Teicoplanina
O que é
A Teicoplanina é um antibiótico de glicopéptido. É uma mistura de vários compostos, cinco grandes (chamado teicoplanina A2-1 através de A2-5) e quatro menores (chamado teicoplanina RS-1 a RS-4).
Todas as partes partilham um mesmo núcleo glicopéptido, denominadas teicoplanina A3-1, uma estrutura de anel fundido com o qual dois hidratos de carbono (de manose e N-acetilglucosamina) estão ligados.
Os componentes principais e secundários também contêm uma terceira porção de hidrato de carbono, β-D-glucosamina, e diferem apenas pelo comprimento e conformação de uma cadeia lateral ligada a ela.
Todas as partes partilham um mesmo núcleo glicopéptido, denominadas teicoplanina A3-1, uma estrutura de anel fundido com o qual dois hidratos de carbono (de manose e N-acetilglucosamina) estão ligados.
Os componentes principais e secundários também contêm uma terceira porção de hidrato de carbono, β-D-glucosamina, e diferem apenas pelo comprimento e conformação de uma cadeia lateral ligada a ela.
Usos comuns
Para o tratamento de infeções bacterianas causadas por micro-organismos susceptíveis.
Tipo
Biotecnologia.
História
Sem informação.
Indicações
A Teicoplanina está indicada em adultos e em crianças desde o nascimento para o tratamento parentérico das infeções seguintes:
– infeções complicadas da pele e tecidos moles,
– infeções ósseas e articulares,
– pneumonia hospitalar,
– pneumonia adquirida na comunidade,
– infeções complicadas do tracto urinário,
– endocardite infeciosa,
– peritonite associada à diálise peritoneal contínua e ambulatória (DPCA),
– bacteremia que ocorre em associação com qualquer uma das indicações listadas acima.
A Teicoplanina é também indicada como um tratamento alternativo oral para a infeção por Clostridium difficile associada a sintomas de diarreia e colite.
Se for caso disso, a teicoplanina deve ser administrada em combinação com outros agentes antibacterianos.
Devem ser tomadas em consideração as orientações oficiais sobre o uso apropriado de agentes antibacterianos.
– infeções complicadas da pele e tecidos moles,
– infeções ósseas e articulares,
– pneumonia hospitalar,
– pneumonia adquirida na comunidade,
– infeções complicadas do tracto urinário,
– endocardite infeciosa,
– peritonite associada à diálise peritoneal contínua e ambulatória (DPCA),
– bacteremia que ocorre em associação com qualquer uma das indicações listadas acima.
A Teicoplanina é também indicada como um tratamento alternativo oral para a infeção por Clostridium difficile associada a sintomas de diarreia e colite.
Se for caso disso, a teicoplanina deve ser administrada em combinação com outros agentes antibacterianos.
Devem ser tomadas em consideração as orientações oficiais sobre o uso apropriado de agentes antibacterianos.
Classificação CFT
1.1.11 : Outros antibacterianos
Mecanismo De Acção
A teicoplanina inibe o crescimento de organismos susceptíveis interferindo com a biossíntese da parede celular num local diferente do afetado pelos beta-lactâmicos.
A síntese de peptidoglicano é bloqueada pela ligação específica aos resíduos de D-alanil-D-alanina.
A síntese de peptidoglicano é bloqueada pela ligação específica aos resíduos de D-alanil-D-alanina.
Posologia Orientativa
A dose recomendada é:
Adultos e crianças (de 12 anos ou mais) sem problemas renais
Infecções da pele e tecidos moles, infeções pulmonares e do tracto urinário
– Dose inicial (para as primeiras três doses): 400 mg (o que equivale a 6 mg por cada quilograma de peso corporal), administrados uma vez a cada 12 horas, por injeção numa veia ou músculo.
– Dose de manutenção: 400 mg (o que equivale a 6 mg por cada quilograma de peso corporal), administrados uma vez ao dia, por injeção numa veia ou músculo.
Infecções ósseas e articulares e infeções cardíacas
– Dose inicial (para as primeiras três a cinco doses): 800 mg (o que equivale a 12 mg por cada quilograma de peso corporal), administrados uma vez a cada 12 horas, por injeção numa veia ou músculo.
– Dose de manutenção: 800 mg (o que equivale a 12 mg para cada quilograma de peso corporal), administrados uma vez por dia, por injeção numa veia ou músculo.
Infecção provocada por bactérias "Clostridium difficile"
A dose recomendada é de 100 a 200 mg pela boca, duas vezes por dia durante 7 a 14 dias.
Adultos e doentes idosos com problemas renais
Se tem problemas nos rins, a sua dose geralmente precisa de ser reduzida após o quarto dia de tratamento:
– Para as pessoas com problemas renais ligeiros a moderados - a dose de manutenção será administrada a cada dois dias, ou metade da dose de manutenção será administrada uma vez por dia.
– Para as pessoas com problemas renais graves ou em hemodiálise - a dose de manutenção será administrada a cada três dias, ou um terço da dose de manutenção será administrada uma vez por dia.
Peritonite em doentes em diálise peritoneal
A dose inicial é de 6 mg por cada quilograma de peso corporal, administrada numa única injeção numa veia, seguida por:
– primeira semana: 20 mg/L em cada saco de diálise
– segunda semana: 20 mg/L em todos os outros sacos de diálise
– terceira semana: 20 mg/L no saco de diálise nocturno.
Bebés (desde o nascimento até à idade de 2 meses)
– Dose inicial (no primeiro dia): 16 mg por cada quilograma de peso corporal, como uma perfusão gota a gota através de uma veia.
– Dose de manutenção: 8 mg por cada quilograma de peso corporal, administrados uma vez por dia, como uma perfusão gota a gota através de uma veia.
Crianças (a partir dos 2 meses até 12 anos)
– Dose inicial (para as primeiras três doses): 10 mg por cada quilograma de peso corporal, administrados a cada 12 horas, por injeção numa veia.
– Dose de manutenção: 6 a 10 mg por cada quilograma de peso corporal, administrados uma vez ao dia, por injeção numa veia.
Adultos e crianças (de 12 anos ou mais) sem problemas renais
Infecções da pele e tecidos moles, infeções pulmonares e do tracto urinário
– Dose inicial (para as primeiras três doses): 400 mg (o que equivale a 6 mg por cada quilograma de peso corporal), administrados uma vez a cada 12 horas, por injeção numa veia ou músculo.
– Dose de manutenção: 400 mg (o que equivale a 6 mg por cada quilograma de peso corporal), administrados uma vez ao dia, por injeção numa veia ou músculo.
Infecções ósseas e articulares e infeções cardíacas
– Dose inicial (para as primeiras três a cinco doses): 800 mg (o que equivale a 12 mg por cada quilograma de peso corporal), administrados uma vez a cada 12 horas, por injeção numa veia ou músculo.
– Dose de manutenção: 800 mg (o que equivale a 12 mg para cada quilograma de peso corporal), administrados uma vez por dia, por injeção numa veia ou músculo.
Infecção provocada por bactérias "Clostridium difficile"
A dose recomendada é de 100 a 200 mg pela boca, duas vezes por dia durante 7 a 14 dias.
Adultos e doentes idosos com problemas renais
Se tem problemas nos rins, a sua dose geralmente precisa de ser reduzida após o quarto dia de tratamento:
– Para as pessoas com problemas renais ligeiros a moderados - a dose de manutenção será administrada a cada dois dias, ou metade da dose de manutenção será administrada uma vez por dia.
– Para as pessoas com problemas renais graves ou em hemodiálise - a dose de manutenção será administrada a cada três dias, ou um terço da dose de manutenção será administrada uma vez por dia.
Peritonite em doentes em diálise peritoneal
A dose inicial é de 6 mg por cada quilograma de peso corporal, administrada numa única injeção numa veia, seguida por:
– primeira semana: 20 mg/L em cada saco de diálise
– segunda semana: 20 mg/L em todos os outros sacos de diálise
– terceira semana: 20 mg/L no saco de diálise nocturno.
Bebés (desde o nascimento até à idade de 2 meses)
– Dose inicial (no primeiro dia): 16 mg por cada quilograma de peso corporal, como uma perfusão gota a gota através de uma veia.
– Dose de manutenção: 8 mg por cada quilograma de peso corporal, administrados uma vez por dia, como uma perfusão gota a gota através de uma veia.
Crianças (a partir dos 2 meses até 12 anos)
– Dose inicial (para as primeiras três doses): 10 mg por cada quilograma de peso corporal, administrados a cada 12 horas, por injeção numa veia.
– Dose de manutenção: 6 a 10 mg por cada quilograma de peso corporal, administrados uma vez ao dia, por injeção numa veia.
Administração
A teicoplanina deve ser administrada por via intravenosa ou intramuscular.
A injeção intravenosa pode ser administrada quer na forma de bólus durante 3 a 5 minutos, ou como uma perfusão de 30 minutos.
Apenas o método de perfusão deve ser utilizado em recém-nascidos.
A injeção intravenosa pode ser administrada quer na forma de bólus durante 3 a 5 minutos, ou como uma perfusão de 30 minutos.
Apenas o método de perfusão deve ser utilizado em recém-nascidos.
Contra-Indicações
A Teicoplanina é contraindicada em doentes com história de hipersensibilidade à substância.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Efeitos secundários pouco frequentes: eosinofilia, trombocitopenia, leucopenia, reação anafiláctica (anafilaxia), vertigens, cefaleias, perda de audição (moderada), tinitus, distúrbio vestibular, flebite, broncospasmo, náuseas, vómitos e diarreia, dor, pirexia (febre), transaminases anormais (transitória), fosfatase alcalina no sangue anormal (transitória), Creatinina no sangue aumentada (transitória)
Efeitos secundários raros: abcessos
Desconhecidos: Abcesso no local de injeção, superinfecção (super crescimento de micro-organismos não susceptíveis), agranulocitose, neutropenia, choque anafiláctico, convulsões (via intraventricular) tromboflebite, urticária, angioedema, dermatite exfoliativa, necrose epidérmica tóxica, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, falência renal, arrepios
Efeitos secundários raros: abcessos
Desconhecidos: Abcesso no local de injeção, superinfecção (super crescimento de micro-organismos não susceptíveis), agranulocitose, neutropenia, choque anafiláctico, convulsões (via intraventricular) tromboflebite, urticária, angioedema, dermatite exfoliativa, necrose epidérmica tóxica, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, falência renal, arrepios
Advertências

Gravidez:A teicoplanina não deve ser utilizada durante a gravidez a não ser que seja claramente necessária.

Aleitamento:Tem que ser tomada uma decisão sobre a continuação/descontinuação da amamentação ou a continuação/descontinuação da terapêutica com teicoplanina tendo em conta o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica com teicoplanina para a mãe.

Insuf. Renal:Dose – 6 mg/Kg de 12 em 12 horas; administrar 3 doses e a 4a dose 24 horas depois; passar para intervalo de 48 em 48 horas na IR moderada a grave.

Condução:A Teicoplanina tem uma influência mínima na capacidade de conduzir e utilizar máquinas. A teicoplanina pode provocar tonturas e cefaleias. A capacidade de conduzir e utilizar máquinas pode estar afectada. Doentes que manifestem estes efeitos secundários não devem conduzir ou utilizar máquinas.
Precauções Gerais
Reações de hipersensibilidade:
Reações graves de hipersensibilidade com risco de vida, por vezes fatais, foram notificadas com teicoplanina (por exemplo, choque anafiláctico).
Se uma reação alérgica à teicoplanina ocorrer o tratamento deve ser descontinuado imediatamente e devem ser iniciadas medidas de emergência apropriadas.
A teicoplanina deve ser administrada com precaução em doentes com hipersensibilidade conhecida à vancomicina, pois podem ocorrer reações de hipersensibilidade cruzadas, incluindo choque anafiláctico fatal.
No entanto, a história prévia de "síndrome do homem vermelho" com a vancomicina não é uma contraindicação para o uso de teicoplanina.
Reações relacionadas com a perfusão:
Em casos raros (mesmo com a primeira dose), a síndrome do homem vermelho (um complexo de sintomas que incluem prurido, urticária, eritema, edema angioneurótico, taquicardia, hipotensão, dispneia) tem sido observada.
Parar ou abrandar a perfusão pode resultar na cessação destas reações.
Reações relacionadas com a perfusão podem ser limitadas se a dose diária não for administrada através de injeção de bólus, mas perfundida durante um período de 30 minutos.
Reações bolhosas graves:
Têm sido notificadas reações cutâneas com risco de vida ou até mesmo fatais, Síndrome de Stevens-Johnson (SJS) e necrólise epidérmica tóxica (TEN) com a utilização de teicoplanina.
Se os sintomas ou sinais de SJS ou TEN (por exemplo, erupção cutânea progressiva, frequentemente com bolhas ou lesões mucosas) estiverem presentes, o tratamento com teicoplanina deve ser interrompido imediatamente.
Espectro de atividade antibacteriana:
A teicoplanina tem um espectro limitado de atividade antibacteriana (Gram-positiva).
Não é adequada para utilização como agente único para o tratamento de alguns tipos de infeções, a menos que o agente patogénico já esteja documentado e conhecido por ser susceptível ou exista uma elevada suspeita de que o agente patogénico seria adequado para o tratamento com teicoplanina.
A utilização racional da teicoplanina deve ter em conta o espectro de atividade bacteriana, o perfil de segurança e a adequação da terapia antibacteriana padrão para o tratamento de um doente individual.
Nesta base, é expectável que na maioria dos casos a teicoplanina seja utilizada para tratar infeções graves em doentes para os quais a atividade antibacteriana padrão é considerada como inadequada.
Regime de dose de carga:
Uma vez que os dados de segurança são limitados, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para reações adversas quando são administradas doses de teicoplanina de 12 mg/kg de peso corporal duas vezes ao dia.
Sob este regime, os valores de creatinina no sangue devem ser monitorizados para além do exame hematológico periódico recomendado.
A teicoplanina não deve ser administrada por via intraventricular.
Trombocitopenia:
Trombocitopenia tem sido notificada com teicoplanina.
Recomandam-se exames hematológicos periódicos durante o tratamento, incluindo a contagem completa de glóbulos sanguíneos.
Nefrotoxicidade:
A insuficiência renal tem sido notificada em doentes tratados com teicoplanina.
Doentes com insuficiência renal e/ou aqueles que receberam teicoplanina em conjunto ou sequencialmente com outros medicamentos com potencial nefrotóxico conhecido (aminoglicosídeos, colistina, anfotericina B, ciclosporina e cisplatina) devem ser cuidadosamente monitorizados e devem incluir testes auditivos.
Uma vez que a teicoplanina é principalmente excretada pelos rins, a dose de teicoplanina deve ser adaptada em doentes com insuficiência renal.
Ototoxicidade:
Tal como acontece com outros glicopeptídeos, tem sido notificada ototoxicidade (surdez e acufeno) em doentes tratados com teicoplanina.
Os doentes que desenvolvam sinais e sintomas de deficiência auditiva ou distúrbios do ouvido interno durante o tratamento com teicoplanina devem ser cuidadosamente avaliados e monitorizados, especialmente em caso de tratamento prolongado e em doentes com insuficiência renal.
Os doentes que recebem teicoplanina em conjunto ou sequencialmente com outros medicamentos com conhecido potencial neurotóxico/ototóxico (aminoglicosídeos, ciclosporina, cisplatina, furosemida e ácido etacrínico) devem ser cuidadosamente monitorizados e os benefícios da teicoplanina avaliados se a audição se deteriorar.
Devem ser tomadas precauções especiais quando se administra teicoplanina em doentes que necessitam de tratamento concomitante com medicamentos ototóxicos e/ou nefrotóxicos para os quais é recomendado que os testes regulares da função hematológica, hepática e renal sejam realizados.
Superinfecção:
Tal como acontece com outros antibióticos, o uso de teicoplanina, especialmente se prolongado, pode resultar na proliferação de organismos não-sensíveis.
Se a superinfecção ocorrer durante a terapia, devem ser tomadas medidas adequadas.
Reações graves de hipersensibilidade com risco de vida, por vezes fatais, foram notificadas com teicoplanina (por exemplo, choque anafiláctico).
Se uma reação alérgica à teicoplanina ocorrer o tratamento deve ser descontinuado imediatamente e devem ser iniciadas medidas de emergência apropriadas.
A teicoplanina deve ser administrada com precaução em doentes com hipersensibilidade conhecida à vancomicina, pois podem ocorrer reações de hipersensibilidade cruzadas, incluindo choque anafiláctico fatal.
No entanto, a história prévia de "síndrome do homem vermelho" com a vancomicina não é uma contraindicação para o uso de teicoplanina.
Reações relacionadas com a perfusão:
Em casos raros (mesmo com a primeira dose), a síndrome do homem vermelho (um complexo de sintomas que incluem prurido, urticária, eritema, edema angioneurótico, taquicardia, hipotensão, dispneia) tem sido observada.
Parar ou abrandar a perfusão pode resultar na cessação destas reações.
Reações relacionadas com a perfusão podem ser limitadas se a dose diária não for administrada através de injeção de bólus, mas perfundida durante um período de 30 minutos.
Reações bolhosas graves:
Têm sido notificadas reações cutâneas com risco de vida ou até mesmo fatais, Síndrome de Stevens-Johnson (SJS) e necrólise epidérmica tóxica (TEN) com a utilização de teicoplanina.
Se os sintomas ou sinais de SJS ou TEN (por exemplo, erupção cutânea progressiva, frequentemente com bolhas ou lesões mucosas) estiverem presentes, o tratamento com teicoplanina deve ser interrompido imediatamente.
Espectro de atividade antibacteriana:
A teicoplanina tem um espectro limitado de atividade antibacteriana (Gram-positiva).
Não é adequada para utilização como agente único para o tratamento de alguns tipos de infeções, a menos que o agente patogénico já esteja documentado e conhecido por ser susceptível ou exista uma elevada suspeita de que o agente patogénico seria adequado para o tratamento com teicoplanina.
A utilização racional da teicoplanina deve ter em conta o espectro de atividade bacteriana, o perfil de segurança e a adequação da terapia antibacteriana padrão para o tratamento de um doente individual.
Nesta base, é expectável que na maioria dos casos a teicoplanina seja utilizada para tratar infeções graves em doentes para os quais a atividade antibacteriana padrão é considerada como inadequada.
Regime de dose de carga:
Uma vez que os dados de segurança são limitados, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para reações adversas quando são administradas doses de teicoplanina de 12 mg/kg de peso corporal duas vezes ao dia.
Sob este regime, os valores de creatinina no sangue devem ser monitorizados para além do exame hematológico periódico recomendado.
A teicoplanina não deve ser administrada por via intraventricular.
Trombocitopenia:
Trombocitopenia tem sido notificada com teicoplanina.
Recomandam-se exames hematológicos periódicos durante o tratamento, incluindo a contagem completa de glóbulos sanguíneos.
Nefrotoxicidade:
A insuficiência renal tem sido notificada em doentes tratados com teicoplanina.
Doentes com insuficiência renal e/ou aqueles que receberam teicoplanina em conjunto ou sequencialmente com outros medicamentos com potencial nefrotóxico conhecido (aminoglicosídeos, colistina, anfotericina B, ciclosporina e cisplatina) devem ser cuidadosamente monitorizados e devem incluir testes auditivos.
Uma vez que a teicoplanina é principalmente excretada pelos rins, a dose de teicoplanina deve ser adaptada em doentes com insuficiência renal.
Ototoxicidade:
Tal como acontece com outros glicopeptídeos, tem sido notificada ototoxicidade (surdez e acufeno) em doentes tratados com teicoplanina.
Os doentes que desenvolvam sinais e sintomas de deficiência auditiva ou distúrbios do ouvido interno durante o tratamento com teicoplanina devem ser cuidadosamente avaliados e monitorizados, especialmente em caso de tratamento prolongado e em doentes com insuficiência renal.
Os doentes que recebem teicoplanina em conjunto ou sequencialmente com outros medicamentos com conhecido potencial neurotóxico/ototóxico (aminoglicosídeos, ciclosporina, cisplatina, furosemida e ácido etacrínico) devem ser cuidadosamente monitorizados e os benefícios da teicoplanina avaliados se a audição se deteriorar.
Devem ser tomadas precauções especiais quando se administra teicoplanina em doentes que necessitam de tratamento concomitante com medicamentos ototóxicos e/ou nefrotóxicos para os quais é recomendado que os testes regulares da função hematológica, hepática e renal sejam realizados.
Superinfecção:
Tal como acontece com outros antibióticos, o uso de teicoplanina, especialmente se prolongado, pode resultar na proliferação de organismos não-sensíveis.
Se a superinfecção ocorrer durante a terapia, devem ser tomadas medidas adequadas.
Cuidados com a Dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligar para o Centro de intoxicações.
Sintomas:
Têm sido notificados casos de administração acidental de doses excessivas de teicoplanina na população pediátrica. Num caso ocorreu agitação num recém-nascido com 29 dias no qual foram administrados 400 mg I.V. (95 mg/Kg).
Tratamento:
O tratamento da sobredosagem de teicoplanina deve ser sintomático. A hemodiálise não remove a teicoplanina, e esta é apenas removida lentamente por diálise peritoneal.
Sintomas:
Têm sido notificados casos de administração acidental de doses excessivas de teicoplanina na população pediátrica. Num caso ocorreu agitação num recém-nascido com 29 dias no qual foram administrados 400 mg I.V. (95 mg/Kg).
Tratamento:
O tratamento da sobredosagem de teicoplanina deve ser sintomático. A hemodiálise não remove a teicoplanina, e esta é apenas removida lentamente por diálise peritoneal.
Terapêutica Interrompida
O seu médico ou enfermeiro terão instruções sobre quando lhe será administrada Teicoplanina.
É improvável que eles não lhe administrem o medicamento como prescrito.
É improvável que eles não lhe administrem o medicamento como prescrito.
Cuidados no Armazenamento
Conservar a temperatura inferior a 25° C.
Após reconstituição/diluição pode ser conservado durante 24h a 2-8ºC.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Após reconstituição/diluição pode ser conservado durante 24h a 2-8ºC.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Gram-positivos, tais como Streptococcus sp., Enterococcus sp., Staphylococcus sp., Clostridium sp., Corynebacterium sp., Propionibacterium sp. e Listeria sp. Algumas cepas de Staphylococcus epidermidis, Staphylococcus haemoliticus e Staphylococcus aureus são resistentes, porém sensíveis à vancomicina. Mais ativa do que a vancomicina contra Enterococcus sp.

Teicoplanina Aminoglicosídeos
Observações: Não foram realizados estudos de interacção específicos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: As soluções de teicoplanina e aminoglicosídeo são incompatíveis e não podem ser misturadas para a injeção; no entanto, estas soluções são compatíveis no líquido de diálise e podem ser utilizadas livremente no tratamento da peritonite associada com diálise peritoneal contínua e ambulatória (DPCA). A teicoplanina deve ser utilizada com precaução quando conjugada ou quando utilizada sequencialmente com outros medicamentos conhecidos por terem potencial nefrotóxico ou ototóxico. Estes incluem aminoglicosídeos, colistina, anfotericina B, ciclosporina, cisplatina, furosemida e ácido etacrínico. No entanto, não há evidência de toxicidade sinérgica em combinações com a teicoplanina. - Aminoglicosídeos

Teicoplanina Colistina (Polimixina E)
Observações: Não foram realizados estudos de interacção específicos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: A teicoplanina deve ser utilizada com precaução quando conjugada ou quando utilizada sequencialmente com outros medicamentos conhecidos por terem potencial nefrotóxico ou ototóxico. Estes incluem aminoglicosídeos, colistina, anfotericina B, ciclosporina, cisplatina, furosemida e ácido etacrínico. No entanto, não há evidência de toxicidade sinérgica em combinações com a teicoplanina. - Colistina (Polimixina E)

Teicoplanina Anfotericina B
Observações: Não foram realizados estudos de interacção específicos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: A teicoplanina deve ser utilizada com precaução quando conjugada ou quando utilizada sequencialmente com outros medicamentos conhecidos por terem potencial nefrotóxico ou ototóxico. Estes incluem aminoglicosídeos, colistina, anfotericina B, ciclosporina, cisplatina, furosemida e ácido etacrínico. No entanto, não há evidência de toxicidade sinérgica em combinações com a teicoplanina. - Anfotericina B

Teicoplanina Ciclosporina
Observações: Não foram realizados estudos de interacção específicos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: A teicoplanina deve ser utilizada com precaução quando conjugada ou quando utilizada sequencialmente com outros medicamentos conhecidos por terem potencial nefrotóxico ou ototóxico. Estes incluem aminoglicosídeos, colistina, anfotericina B, ciclosporina, cisplatina, furosemida e ácido etacrínico. No entanto, não há evidência de toxicidade sinérgica em combinações com a teicoplanina. - Ciclosporina

Teicoplanina Cisplatina
Observações: Não foram realizados estudos de interacção específicos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: A teicoplanina deve ser utilizada com precaução quando conjugada ou quando utilizada sequencialmente com outros medicamentos conhecidos por terem potencial nefrotóxico ou ototóxico. Estes incluem aminoglicosídeos, colistina, anfotericina B, ciclosporina, cisplatina, furosemida e ácido etacrínico. No entanto, não há evidência de toxicidade sinérgica em combinações com a teicoplanina. - Cisplatina

Teicoplanina Furosemida
Observações: Não foram realizados estudos de interacção específicos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: A teicoplanina deve ser utilizada com precaução quando conjugada ou quando utilizada sequencialmente com outros medicamentos conhecidos por terem potencial nefrotóxico ou ototóxico. Estes incluem aminoglicosídeos, colistina, anfotericina B, ciclosporina, cisplatina, furosemida e ácido etacrínico. No entanto, não há evidência de toxicidade sinérgica em combinações com a teicoplanina. - Furosemida

Teicoplanina Ácido Etacrínico
Observações: Não foram realizados estudos de interacção específicos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: A teicoplanina deve ser utilizada com precaução quando conjugada ou quando utilizada sequencialmente com outros medicamentos conhecidos por terem potencial nefrotóxico ou ototóxico. Estes incluem aminoglicosídeos, colistina, anfotericina B, ciclosporina, cisplatina, furosemida e ácido etacrínico. No entanto, não há evidência de toxicidade sinérgica em combinações com a teicoplanina. - Ácido Etacrínico

Teicoplanina Antibióticos
Observações: Não foram realizados estudos de interacção específicos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Nos ensaios clínicos, a teicoplanina foi administrada a muitos doentes que já tomavam vários medicamentos incluindo outros antibióticos, anti-hipertensores, agentes anestésicos, medicamentos cardíacos e agentes antidiabéticos, sem evidência de quaisquer interações. - Antibióticos

Teicoplanina Anti-hipertensores
Observações: Não foram realizados estudos de interacção específicos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Nos ensaios clínicos, a teicoplanina foi administrada a muitos doentes que já tomavam vários medicamentos incluindo outros antibióticos, anti-hipertensores, agentes anestésicos, medicamentos cardíacos e agentes antidiabéticos, sem evidência de quaisquer interações. - Anti-hipertensores

Teicoplanina Anestésicos
Observações: Não foram realizados estudos de interacção específicos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Nos ensaios clínicos, a teicoplanina foi administrada a muitos doentes que já tomavam vários medicamentos incluindo outros antibióticos, anti-hipertensores, agentes anestésicos, medicamentos cardíacos e agentes antidiabéticos, sem evidência de quaisquer interações. - Anestésicos

Teicoplanina Antidiabéticos Orais
Observações: Não foram realizados estudos de interacção específicos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Nos ensaios clínicos, a teicoplanina foi administrada a muitos doentes que já tomavam vários medicamentos incluindo outros antibióticos, anti-hipertensores, agentes anestésicos, medicamentos cardíacos e agentes antidiabéticos, sem evidência de quaisquer interações. - Antidiabéticos Orais

Teicoplanina Outros medicamentos
Observações: Não foram realizados estudos de interacção específicos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Nos ensaios clínicos, a teicoplanina foi administrada a muitos doentes que já tomavam vários medicamentos incluindo outros antibióticos, anti-hipertensores, agentes anestésicos, medicamentos cardíacos e agentes antidiabéticos, sem evidência de quaisquer interações. - Outros medicamentos

Vancomicina Teicoplanina
Observações: n.d.Interacções: Teicoplanina: Foram relatadas reações de hipersensibilidade cruzada entre a vancomicina e a teicoplanina. A solução de vancomicina tem um valor de pH baixo. Em conjunto com outras substâncias, pode tornar-se física ou quimicamente instável. As soluções de vancomicina não se devem misturar com outras soluções, excepto com aquelas cuja compatibilidade tenha sido verificada de forma fiável. - Teicoplanina

Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
A teicoplanina não deve ser utilizada durante a gravidez a não ser que seja claramente necessária.
Tem que ser tomada uma decisão sobre a continuação/descontinuação da amamentação ou a continuação/descontinuação da terapêutica com teicoplanina tendo em conta o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica com teicoplanina para a mãe.
A Teicoplanina tem uma influência mínima na capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
A teicoplanina pode provocar tonturas e cefaleias. A capacidade de conduzir e utilizar máquinas pode estar afetada.
Doentes que manifestem estes efeitos secundários não devem conduzir ou utilizar máquinas.
A teicoplanina não deve ser utilizada durante a gravidez a não ser que seja claramente necessária.
Tem que ser tomada uma decisão sobre a continuação/descontinuação da amamentação ou a continuação/descontinuação da terapêutica com teicoplanina tendo em conta o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica com teicoplanina para a mãe.
A Teicoplanina tem uma influência mínima na capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
A teicoplanina pode provocar tonturas e cefaleias. A capacidade de conduzir e utilizar máquinas pode estar afetada.
Doentes que manifestem estes efeitos secundários não devem conduzir ou utilizar máquinas.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026