Penicilamina
O que é
Penicilamina (3-Mercapto-D-valina), produto de degradação mais característico das penicilinas.
A penicilamina é um medicamento usado principalmente para o tratamento da doença de Wilson.
Também é usado para pessoas com cálculos renais que apresentam níveis elevados de cistina na urina, artrite reumatoide e vários envenenamentos por metais pesados.
A penicilamina é um medicamento usado principalmente para o tratamento da doença de Wilson.
Também é usado para pessoas com cálculos renais que apresentam níveis elevados de cistina na urina, artrite reumatoide e vários envenenamentos por metais pesados.
Usos comuns
Artrite reumatóide.
Doença de Wilson (degenerescência hepato-lenticular).
Intoxicações por metais pesados tais como o cobre, ouro, chumbo, mercúrio. Não utilizar nas intoxicações pelo cádmio.
Cistinúria.
Doença de Wilson (degenerescência hepato-lenticular).
Intoxicações por metais pesados tais como o cobre, ouro, chumbo, mercúrio. Não utilizar nas intoxicações pelo cádmio.
Cistinúria.
Tipo
Molécula pequena.
História
A penicilamina foi aprovada para uso médico nos Estados Unidos em 1970.
Está na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial de Saúde.
Dr.John Walshe descreveu o uso de penicilamina na doença de Wilson, em 1956.
Walshe também foi pioneiro outros quelantes de Wilson como trietilenotetramina, 2HCl e tetratiomolibdato.
Está na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial de Saúde.
Dr.John Walshe descreveu o uso de penicilamina na doença de Wilson, em 1956.
Walshe também foi pioneiro outros quelantes de Wilson como trietilenotetramina, 2HCl e tetratiomolibdato.
Indicações
Artrite reumatóide:
Porque a penicilamina pode provocar complicações graves, é aconselhável reservar o uso da substância aos doentes que sofrem de artrite reumatóide avançada e que reagiram de maneira insuficiente a um tratamento de 6 meses com medicação anti-reumatismal habitual.
Doença de Wilson (degenesrescência hepatolenticular):
Doença sintomática ou assimtomática, acompanhada de intoxicação pelo cobre.
O tratamento não pode ser interrompido.
Intoxicação grave pelos Metais:
Nas intoxicações provocadas pelo cobre, ouro, chumbo e mercúrio.
Cistinúria:
Sempre que as medidas apropriadas à resolução da situação se revelam insuficientes na litíase recidivante.
Porque a penicilamina pode provocar complicações graves, é aconselhável reservar o uso da substância aos doentes que sofrem de artrite reumatóide avançada e que reagiram de maneira insuficiente a um tratamento de 6 meses com medicação anti-reumatismal habitual.
Doença de Wilson (degenesrescência hepatolenticular):
Doença sintomática ou assimtomática, acompanhada de intoxicação pelo cobre.
O tratamento não pode ser interrompido.
Intoxicação grave pelos Metais:
Nas intoxicações provocadas pelo cobre, ouro, chumbo e mercúrio.
Cistinúria:
Sempre que as medidas apropriadas à resolução da situação se revelam insuficientes na litíase recidivante.
Classificação CFT
17 : MEDICAMENTOS USADOS NO TRATAMENTO DE INTOXICAÇÕES
Mecanismo De Acção
A penicilamina é um agente quelante recomendado para a remoção do excesso de cobre em pacientes com doença de Wilson.
A partir de estudos in vitro que indicam que um átomo de cobre combina com duas moléculas de penicilamina.
A penicilamina também reduz a excreção de cistina na cistinúria excesso.
Isto é feito, pelo menos em parte, por dissulfureto entre penicilamina e cistina, resultando na formação de penicilamina - cisteína, substância que é muito mais solúvel do que a cistina e é excretado rapidamente.
Penicilamina interfere com a formação de ligações cruzadas entre moléculas de tropocolágeno e corta-los quando recém-formados.
O mecanismo de acção da penicilamina na artrite reumatóide é desconhecida, embora pareça suprimir a actividade da doença.
Ao contrário dos imunossupressores citotóxicos, a penicilamina reduz os IgM factor reumatóide, mas não produz depressão significativa nos níveis absolutos de imunoglobulinas séricas.
Também ao contrário dos imunossupressores citotóxicos que agem em ambos, a penicilamina deprime a actividade in vitro de células T, mas não a actividade de células-B.
A partir de estudos in vitro que indicam que um átomo de cobre combina com duas moléculas de penicilamina.
A penicilamina também reduz a excreção de cistina na cistinúria excesso.
Isto é feito, pelo menos em parte, por dissulfureto entre penicilamina e cistina, resultando na formação de penicilamina - cisteína, substância que é muito mais solúvel do que a cistina e é excretado rapidamente.
Penicilamina interfere com a formação de ligações cruzadas entre moléculas de tropocolágeno e corta-los quando recém-formados.
O mecanismo de acção da penicilamina na artrite reumatóide é desconhecida, embora pareça suprimir a actividade da doença.
Ao contrário dos imunossupressores citotóxicos, a penicilamina reduz os IgM factor reumatóide, mas não produz depressão significativa nos níveis absolutos de imunoglobulinas séricas.
Também ao contrário dos imunossupressores citotóxicos que agem em ambos, a penicilamina deprime a actividade in vitro de células T, mas não a actividade de células-B.
Posologia Orientativa
Doença de Wilson
Adultos: 2-7 comprimidos por dia a repartir por 2 ou 4 tomas
Crianças: até 20 mg/kg/dia a repartir por 2 ou 4 tomas
Intoxicações por metais pesados 20-40 mg/kg/dia a repartir por 4 tomas
Cistinúria
Adultos: 2-7 comprimidos por dia a repartir em 2 a 4 tomas
Crianças: 30 mg/kg/dia
A dose óptima deve ser determinada através do controlo da excreção da cistina.
Se se verificarem efeitos secundários a posologia tem de ser adaptada segundo os casos.
Adultos: 2-7 comprimidos por dia a repartir por 2 ou 4 tomas
Crianças: até 20 mg/kg/dia a repartir por 2 ou 4 tomas
Intoxicações por metais pesados 20-40 mg/kg/dia a repartir por 4 tomas
Cistinúria
Adultos: 2-7 comprimidos por dia a repartir em 2 a 4 tomas
Crianças: 30 mg/kg/dia
A dose óptima deve ser determinada através do controlo da excreção da cistina.
Se se verificarem efeitos secundários a posologia tem de ser adaptada segundo os casos.
Administração
Os comprimidos devem ser administrados por via oral com um pouco de água.
Os comprimidos são deglutidos com água no mínimo 1 hora antes ou depois de uma refeição ou da toma de outros medicamentos e, antes de deitar.
Os comprimidos são deglutidos com água no mínimo 1 hora antes ou depois de uma refeição ou da toma de outros medicamentos e, antes de deitar.
Contra-Indicações
Não utilizar simultaneamente com um tratamento com sais de ouro ou antimalárico.
Hipersensibilidade à penicilamina.
Hipersensibilidade à penicilamina.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Reacções alérgicas, exantemas, urticária e febre.
Podem surgir, principalmente, nas primeiras semanas de tratamento e, em geral, podem ser tratados com anti-histamínicos ou corticosteróides.
Também se pode verificar antralgia ou linfoadenopatia.
Estas reacções podem normalmente ser evitadas por uma dosagem gradual do fármaco, iniciando-se esta com doses muito baixas.
Pode verificar-se alergia cruzada com a penicilina, em doentes alérgicos às penicilinas.
Pode verificar-se sintomas de intolerância ao nível do tubo digestivo, tais como: náuseas, vómitos, perda de apetite e diarreia.
Também podem ocorrer ulcerações na cavidade bucal.
As perturbações do paladar são reversíveis e podem ser prevenidas com a administração de sulfato de cobre, tomado separadamente.
Reacções hematológicas, tais como: depressão da medula óssea, nomeadamente, trombocitopénia, leucopénia ou agranulocitose, surgem por vezes.
Também já foram relatados casos de anemia hemolítica e aplástica.
Em todos os casos o tratamento deve ser interrompido.
A nefropatia surge, provavelmente, como uma reacção imunológica a um complexo penicilamina-proteína, que se traduz por albuminúria. É reversível.
Uma afecção renal pré-existente não é agravada.
Perturbações dermatológicas: fragilidade da pele com púrpura, formação de rugas principalmente localizadas nas zonas de flexão, na região escapular e anal.
Estas afecções cutâneas surgem, somente, com doses elevadas e após uso prolongado.
Neuropatia: foi assinalado um caso de nevrite óptica.
Outros:
Raramente: Polimiosite, sintomas de miastenia grave, fibrose pulmonar e síndrome de Good Pasture.
A frequência e severidade dos efeitos secundários depende da posologia e da doença tratada.
Podem surgir, principalmente, nas primeiras semanas de tratamento e, em geral, podem ser tratados com anti-histamínicos ou corticosteróides.
Também se pode verificar antralgia ou linfoadenopatia.
Estas reacções podem normalmente ser evitadas por uma dosagem gradual do fármaco, iniciando-se esta com doses muito baixas.
Pode verificar-se alergia cruzada com a penicilina, em doentes alérgicos às penicilinas.
Pode verificar-se sintomas de intolerância ao nível do tubo digestivo, tais como: náuseas, vómitos, perda de apetite e diarreia.
Também podem ocorrer ulcerações na cavidade bucal.
As perturbações do paladar são reversíveis e podem ser prevenidas com a administração de sulfato de cobre, tomado separadamente.
Reacções hematológicas, tais como: depressão da medula óssea, nomeadamente, trombocitopénia, leucopénia ou agranulocitose, surgem por vezes.
Também já foram relatados casos de anemia hemolítica e aplástica.
Em todos os casos o tratamento deve ser interrompido.
A nefropatia surge, provavelmente, como uma reacção imunológica a um complexo penicilamina-proteína, que se traduz por albuminúria. É reversível.
Uma afecção renal pré-existente não é agravada.
Perturbações dermatológicas: fragilidade da pele com púrpura, formação de rugas principalmente localizadas nas zonas de flexão, na região escapular e anal.
Estas afecções cutâneas surgem, somente, com doses elevadas e após uso prolongado.
Neuropatia: foi assinalado um caso de nevrite óptica.
Outros:
Raramente: Polimiosite, sintomas de miastenia grave, fibrose pulmonar e síndrome de Good Pasture.
A frequência e severidade dos efeitos secundários depende da posologia e da doença tratada.
Advertências
Gravidez:Existe um risco para o feto quando a grávida é submetida a doses elevadas de penicilamina. Excepcionalmente, observaram-se modificações no tecido conjuntivo. Com excepção dos casos da Doença de Wilson e nalguns casos difíceis de cistinúria, a administração de penicilamina deve ser suspensa durante a gravidez.
Aleitamento:O produtor recomenda evitar a menos que o seu uso seja imperioso; não há informação útil.
Insuf. Renal:Evitar, se possível; reduzir dose (nefrotóxico).
Precauções Gerais
É necessária particular prudência nos doentes que sofrem de insuficiência renal, devido ao risco acrescido de nefrotoxicidade e de discrasia sanguínea.
Durante os primeiros seis meses de tratamento é necessário seguir o doente todas as duas semanas e numa fase posterior todos os dois meses.
Devem efectuar-se os seguintes exames: exame da urina (proteinúria), diferenciação e contagem dos leucócitos, teor em hemoglobina e contagem directa dos trombócitos.
Uma diminuição dos leucócitos 3,5×109/litro ou das plaquetas sanguíneas 100×109/litro, exige a interrupção do tratamento.
Os doentes que sofrem de artrite reumatóide e que apresentam proteinúria moderada podem prosseguir o tratamento com Penicilamina desde que façam um controlo quantitativo da albumina todas as duas semanas.
Logo que a proteinúria ultrapasse um grama por 24 horas ou aumente progressivamente, a administração do fármaco deve ser interrompida ou a posologia diminuída.
Em caso de cistinúria é aconselhável proceder anualmente a um controlo radiográfico dos rins.
É aconselhável controlar a função hepática todos os seis meses.
O doente deve assinalar imediatamente qualquer problema pulmonar alérgico, febre, reacções cutâneas e exantemas.
Nestes casos o tratamento deve ser interrompido ou a posologia diminuída.
Durante os primeiros seis meses de tratamento é necessário seguir o doente todas as duas semanas e numa fase posterior todos os dois meses.
Devem efectuar-se os seguintes exames: exame da urina (proteinúria), diferenciação e contagem dos leucócitos, teor em hemoglobina e contagem directa dos trombócitos.
Uma diminuição dos leucócitos 3,5×109/litro ou das plaquetas sanguíneas 100×109/litro, exige a interrupção do tratamento.
Os doentes que sofrem de artrite reumatóide e que apresentam proteinúria moderada podem prosseguir o tratamento com Penicilamina desde que façam um controlo quantitativo da albumina todas as duas semanas.
Logo que a proteinúria ultrapasse um grama por 24 horas ou aumente progressivamente, a administração do fármaco deve ser interrompida ou a posologia diminuída.
Em caso de cistinúria é aconselhável proceder anualmente a um controlo radiográfico dos rins.
É aconselhável controlar a função hepática todos os seis meses.
O doente deve assinalar imediatamente qualquer problema pulmonar alérgico, febre, reacções cutâneas e exantemas.
Nestes casos o tratamento deve ser interrompido ou a posologia diminuída.
Cuidados com a Dieta
Tomar no mínimo 1 hora antes ou depois de uma refeição.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de intoxicações.
Em caso de sobredosagem observam-se principalmente os efeitos indesejáveis.
A administração deve ser interrompida e a sintomatologia tratada.
Em caso de sobredosagem observam-se principalmente os efeitos indesejáveis.
A administração deve ser interrompida e a sintomatologia tratada.
Terapêutica Interrompida
Se se esquecer de tomar uma dose, deverá retomar a posologia normal, 1 hora antes ou depois da próxima refeição ou da toma de outros medicamentos ou antes de deitar.
Se se esquecer de tomar durante vários dias, prossiga o regime posológico habitual como descrito no ponto anterior.
Se se esquecer de tomar durante vários dias, prossiga o regime posológico habitual como descrito no ponto anterior.
Cuidados no Armazenamento
Os comprimidos deve ser conservado a temperatura inferior a a 25ºC ao abrigo da luz.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Carbonato de magnésio + Simeticone Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Os antiácidos que associam alumínio e magnésio, podem diminuir a biodisponibilidade da penicilamina. - Penicilamina
Ferrimanitol-ovoalbumina Penicilamina
Observações: Ferrimanitol ovoalbumina não deve ser administrado em simultâneo com leite e com os seus derivados.Interacções: Pode verificar-se uma diminuição mútua na absorção oral após administração concomitante de tetraciclinas e penicilaminas com preparações de ferro. A toma deste medicamento será após, pelo menos, duas horas, após a administração de Ferrimanitol ovoalbumina. - Penicilamina
Ferritina Penicilamina
Observações: A absorção do ferro é inibida pela ingestão de ovos ou leite. Café ou chá consumidos durante uma refeição ou uma hora após uma refeição podem inibir significativamente a absorção do ferro. Não foi determinado o seu significado clínico.Interacções: O ferro pode diminuir a absorção gastrointestinal das penicilaminas. Portanto, quando ambos os fármacos forem receitados, a administração deverá ser espaçada pelo menos duas horas. - Penicilamina
Penicilamina Piridoxina (Vitamina B6)
Observações: O prurido e o exantema prematuro podem frequentemente ser prevenidos pela administração concomitante de anti-histamínicos. Em caso de alteração do paladar deve ser administrado diariamente 5 mg de sulfato de cobre solução a 0,1% em toma alternada com a de Penicilamina. Em caso de artrite reumatóide a reacção terapêutica pode demorar alguns meses; o tratamento pré-existente com analgésicos, anti-inflamatórios ou corticosteróides deve ser prosseguido e, em seguida, gradualmente diminuído.Interacções: A penicilamina aumenta a necessidade de piridoxina, deve haver, portanto, um aporte de 25 mg por dia de piridoxina durante o tratamento. - Piridoxina (Vitamina B6)
Penicilamina Antimaláricos (antipalúdicos)
Observações: O prurido e o exantema prematuro podem frequentemente ser prevenidos pela administração concomitante de anti-histamínicos. Em caso de alteração do paladar deve ser administrado diariamente 5 mg de sulfato de cobre solução a 0,1% em toma alternada com a de Penicilamina. Em caso de artrite reumatóide a reacção terapêutica pode demorar alguns meses; o tratamento pré-existente com analgésicos, anti-inflamatórios ou corticosteróides deve ser prosseguido e, em seguida, gradualmente diminuído.Interacções: Penicilamina não pode ser utilizado por doentes que simultaneamente estejam a ser tratados com sais de ouro, antimalários ou citotóxicos, uma vez que podem ocorrer graves problemas hematológicos e renais. É necessário o intervalo de mais de 6 meses entre os dois tipos de fármacos. - Antimaláricos (antipalúdicos)
Penicilamina Citotóxicos (citostáticos)
Observações: O prurido e o exantema prematuro podem frequentemente ser prevenidos pela administração concomitante de anti-histamínicos. Em caso de alteração do paladar deve ser administrado diariamente 5 mg de sulfato de cobre solução a 0,1% em toma alternada com a de Penicilamina. Em caso de artrite reumatóide a reacção terapêutica pode demorar alguns meses; o tratamento pré-existente com analgésicos, anti-inflamatórios ou corticosteróides deve ser prosseguido e, em seguida, gradualmente diminuído.Interacções: Penicilamina não pode ser utilizado por doentes que simultaneamente estejam a ser tratados com sais de ouro, antimalários ou citotóxicos, uma vez que podem ocorrer graves problemas hematológicos e renais. É necessário o intervalo de mais de 6 meses entre os dois tipos de fármacos. - Citotóxicos (citostáticos)
Penicilamina Ouro
Observações: O prurido e o exantema prematuro podem frequentemente ser prevenidos pela administração concomitante de anti-histamínicos. Em caso de alteração do paladar deve ser administrado diariamente 5 mg de sulfato de cobre solução a 0,1% em toma alternada com a de Penicilamina. Em caso de artrite reumatóide a reacção terapêutica pode demorar alguns meses; o tratamento pré-existente com analgésicos, anti-inflamatórios ou corticosteróides deve ser prosseguido e, em seguida, gradualmente diminuído.Interacções: Penicilamina não pode ser utilizado por doentes que simultaneamente estejam a ser tratados com sais de ouro, antimalários ou citotóxicos, uma vez que podem ocorrer graves problemas hematológicos e renais. É necessário o intervalo de mais de 6 meses entre os dois tipos de fármacos. - Ouro
Cianocobalamina + Piridoxina + Tiamina Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Os antagonistas da piridozina, como por exemplo, a isoniazida (INH), a cicloserina, a penicilamina e a hidralazina podem reduzir a eficácia da vitamina B6 (piridoxina). - Penicilamina
Gluconato férrico e sódico Penicilamina
Observações: A absorção do ferro é inibida pela ingestão de ovos ou leite. Café ou chá consumidos durante uma refeição ou uma hora após uma refeição podem inibir significativamente a absorção do ferro. Não foi determinado o seu significado clínico.Interacções: O ferro pode diminuir a absorção gastrointestinal das penicilaminas. Portanto, quando ambos os fármacos forem receitados, a administração deverá ser espaçada pelo menos duas horas. - Penicilamina
Ferro Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: O ferro pode diminuir a absorção gastrointestinal das penicilaminas. Portanto, quando ambos os fármacos forem receitados, a administração deverá ser espaçada pelo menos duas horas. - Penicilamina
Ácido fólico + Ferro Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: O ferro também diminui o efeito cuprurético da penicilamina, provavelmente por levar à diminuição da sua absorção. Portanto deve decorrer um intervalo de 2 horas entre a ingestão da penicilamina e do ferro. - Penicilamina
Alginato de sódio + Bicarbonato de sódio + Carbonato de cálcio Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Devido à presença de carbonato de cálcio que actua como um antiácido, deve ser efectuado um intervalo de 2 horas entre a toma deste medicamento e a administração de outros medicamentos, especialmente anti-histamínicos H2, tetraciclinas, digoxina, fluoroquinolona, sal de ferro, cetoconazol, neurolépticos, tiroxina, penicilamina, bloqueadores beta (atenolol, metoprolol, propranolol), glucocorticóides, cloroquina e bifosfonatos. - Penicilamina
Sulfato ferroso Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: O ferro pode diminuir a absorção gastrointestinal das penicilaminas. Portanto, quando ambos os fármacos forem receitados, a administração deverá ser espaçada pelo menos duas horas. - Penicilamina
Acetato de zinco Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Outros agentes anti-cobre: Foram realizados estudos farmacodinâmicos em doentes com doença de Wilson utilizando uma conjugação de Acetato de zinco (50mg três vezes ao dia) com ácido ascórbico (1g uma vez ao dia), penicilamina (250mg quatro vezes ao dia) e trientina (250mg quatro vezes ao dia). Os estudos não demonstraram qualquer efeito global significativo no equilíbrio do cobre apesar de ter sido detectada uma ligeira interacção do zinco com os agentes quelantes (penicilamina e trientina) com uma excreção de cobre diminuída pela via fecal, mas aumentada pela via urinária em comparação com uma monoterapia com zinco. Este facto é provavelmente devido a algum grau de complexação do zinco pelo agente quelante, com a consequente redução do efeito de ambas as substâncias activas. Na transição de um doente em tratamento com agentes quelantes para uma terapêutica de manutenção com este medicamento, o tratamento com agentes quelantes deve ser mantido e co-administrado durante 2 a 3 semanas uma vez que este é o tempo que o tratamento com zinco demora a produzir uma indução máxima da metalotioneína e um bloqueamento completo da absorção do cobre. Entre a administração do tratamento com o agente quelante e este medicamento deve decorrer pelo menos 1hora. - Penicilamina
Acetato de cálcio + Carbonato de magnésio Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: A absorção gastrointestinal de penicilamida pode ser diminuída, reduzindo possivelmente os seus efeitos farmacológicos. - Penicilamina
Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos: antagonistas H-2, atenolol, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticóides, indometacina, isoniazida, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do Hidróxido de alumínio/Hidróxido de magnésio com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interacções indesejáveis. Os sais de citrato e o ácido ascórbico poderão aumentar a absorção de alumínio. - Penicilamina
Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Simeticone Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos tais como antagonistas H2, atenolol, cefedinir, cefpodoxima, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticoides, indometacina, isoniazida, polistireno sulfonato de sódio (kayexalate), levotiroxina, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, rosuvastatina, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do antiácido com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interacções indesejáveis. - Penicilamina
Ácido cítrico + Óxido de magnésio + Picossulfato de sódio Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Os antibióticos do tipo das tetraciclinas e das fluorquinolonas e a penicilamina devem ser tomados pelo menos 2 horas antes e não menos de 6 horas depois da administração deste medicamento para evitar a quelação com o magnésio. - Penicilamina
Vitaminas + Sais minerais e outras associações Penicilamina
Observações: Não foram realizados estudos de interacção.Interacções: Foram descritas potenciais interacções com os seguintes medicamentos: levodopa, penicilamina e digitálicos. Ao tomar concomitantemente estes medicamentos, as tomas devem ser intervaladas em duas horas para evitar qualquer potencial interacção. - Penicilamina
Diclofenac Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Em pequenos grupos de doentes, a administração concomitante de azatioprina, aminopirina, queratinato de ouro, cloroquina, D-penicilamina, prednisolona, doxiciclina, sulfassalazina, cefadroxil ou digitoxina, não afectam a Cmax ou a AUC do diclofenac. - Penicilamina
Besilato de atracúrio Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Raramente, certos fármacos podem agravar ou expor a miastenia gravis latente ou mesmo induzir um síndrome miasténico. O aumento da sensibilidade ao Besilato de Atracúrio pode ser uma consequência deste desenvolvimento. Estes fármacos incluem vários antibióticos, beta-bloqueadores (propranolol, oxprenolol), fármacos antiarrítmicos (procaínamida, quinidina), fármacos antirreumáticos (cloroquina, D-penicilamina), trimetafano, clorpromazina, esteróides, fenitoína e lítio. - Penicilamina
Besilato de cisatracúrio Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Raramente, alguns fármacos poderão agravar ou expor miastenia grave latente ou mesmo induzir a síndrome miasténica; uma sensibilidade aumentada a bloqueadores neuromusculares não despolarizantes seria uma consequência de tal desenvolvimento. Estes fármacos incluem vários antibióticos, bloqueadores beta (propranolol, oxprenolol), antiarrítmicos (procainamida, quinidina), fármacos antirreumatismais (cloroquina, D- penicilamina), trimetafano, clorpromazina, esteróides, fenitoína e lítio. - Penicilamina
Cisplatina Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Fármacos quelantes como a penicilamina podem diminuir a eficácia da cisplatina. - Penicilamina
Cobamamida + Cocarboxilase + Piridoxina + Riboflavina Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Outros medicamentos que interferem com a piridoxina: Isoniazida, cicloserina, etionamida, penicilamina e Imunossupressores. - Penicilamina
Proteínosuccinilato de ferro Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Os derivados de ferro podem diminuir a absorção das Tetraciclinas, devendo evitar-se a sua administração concomitante, também com medicamentos contendo, metildopa, quinolonas, penicilamina e agentes tiroideus. - Penicilamina
Cloreto de mivacúrio Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Determinados fármacos podem raramente agravar ou revelar situações de miastenia gravis latente, ou mesmo induzir um síndrome miasténico com aumento da sensibilidade ao Cloreto de mivacúrio. Estes fármacos incluem antibióticos vários, bloqueadores beta (propranolol, oxprenolol), fármacos antiarrítmicos (procainamida, quinidina), fármacos antirreumáticos (cloroquina, D- penicilamina), trimetofano, clorpromazina, esteróides, fenitoína e lítio. - Penicilamina
Clozapina Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Supressores da Medula Óssea (ex: carbamazepina, cloranfenicol, sulfonamidas (ex: cotrimoxazol), analgésicos derivados da pirazolona (ex: fenilbutazona), penicilamina, agentes citotóxicos e injecções antipsicóticos depot de longa-duração: Interagem para aumentar o risco e/ou gravidade da supressão da medula óssea. A clozapina não deve ser utilizada concomitantemente com outros agentes que tenham um potencial para suprimir a função da medula óssea bem conhecido. - Penicilamina
Piridoxina (Vitamina B6) Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Os seguintes medicamentos podem interferir e reduzir os níveis de cloridrato de piridoxina (vitamina B6): - Cicloserina - Hidralazinas - Isoniazida - Desoxipiridoxina - D-penicilamina - Contraceptivos orais - Álcool - Penicilamina
Sulfato ferroso + Glicina Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: A associação deve ser evitada. As seguintes associações podem requerer o ajuste da dose: O ferro inibe a absorção de muitos medicamentos por quelação. O intervalo entre a administração do Sulfato ferroso / Glicina e dos medicamentos abaixo mencionados deve ser o mais alargado possível. Penicilamina: A absorção de penicilamina é reduzida, uma vez que pode formar quelatos com o ferro. A penicilamina deve ser administrada pelo menos 2 h antes do Sulfato ferroso / Glicina. - Penicilamina
Digoxina Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína. - Penicilamina
Zinco Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Outros agentes anti-cobre Foram realizados estudos farmacodinâmicos em doentes com doença de Wilson utilizando uma conjugação de zinco (50 mg três vezes ao dia) com ácido ascórbico (1 g uma vez ao dia), penicilamina (250 mg quatro vezes ao dia) e trientina (250 mg quatro vezes ao dia). Os estudos não demonstraram qualquer efeito global significativo no equilíbrio do cobre apesar de ter sido detectada uma ligeira interacção do zinco com os agentes quelantes (penicilamina e trientina) com uma excreção de cobre diminuída pela via fecal, mas aumentada pela via urinária em comparação com uma monoterapia com zinco. Este facto é provavelmente devido a algum grau de complexação do zinco pelo agente quelante, com a consequente redução do efeito de ambas as substâncias activas. Na transição de um doente em tratamento com agentes quelantes para uma terapêutica de manutenção com zinco, o tratamento com agentes quelantes deve ser mantido e co-administrado durante 2 a 3 semanas uma vez que este é o tempo que o tratamento com zinco demora a produzir uma indução máxima da metalotioneína e um bloqueamento completo da absorção do cobre. Entre a administração do tratamento com o agente quelante e o zinco deve decorrer pelo menos 1 hora. - Penicilamina
Doxilamina + Piridoxina Penicilamina
Observações: Não foram efetuados estudos de interacção com Doxilamina + Piridoxina.Interacções: Conhecem-se interacções entre a piridoxina e os seguintes medicamentos: - Alguns medicamentos como a hidroxizina, a isoniazida ou a penicilamina podem interferir com a piridoxina e aumentar as necessidades de vitamina B6. - Penicilamina
Óxido de magnésio Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Outros medicamentos que podem afectar o óxido de magnésio - antibiótico; - diurético; - penicilamina; - varfarina medicamentos para tratar a osteoporose ou doença de Paget - alendronato, ibandronato, risedronato - Penicilamina
Alginato de sódio + Bicarbonato de sódio Penicilamina
Observações: Os antiácidos interagem com outros medicamentos tomados por via oral.Interacções: Precauções de uso com outras combinações Houve uma diminuição na absorção digestiva dos medicamentos administrados simultaneamente. Para medidas de precaução, não é recomendável tomar medicamentos antiácidos ao mesmo tempo que outros medicamentos. Afaste a dose deste medicamento durante 2 horas com: - TB antibacteriana (etambutol, isoniazida) - Antibacterianos - Tetraciclinas - Antibacterianos - lincosanidas - Anti-histamínicos H2 (oralmente) - Atenolol, metoprolol, propranolol (oralmente) - Cloroquina - Diflunisal - Digoxina - Difosfonatos - Fluoreto de sódio - Glicocorticóides (descritos para prednisolona e dexametasona) - Indometacina - Kayexalate - Cetoconazol - Lansoprazol - Neurolépticos fenotiazínicos - Penicilamina - Ferro (sais) Afaste a dose deste medicamento ao longo de 4 horas com: - Antibacterianos - Fluoroquinolonas (oralmente) Combinações para estar ciente de: - Salicilatos: Aumento da excreção renal por aspirina pela alcalinização da urina. - Penicilamina
Feredetato de sódio Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: O ferro reduz a absorção de penicilamina, micofenolato, fluoroquinolonas, levodopa, carbidopa, tiroxina e bifosfonatos. - Penicilamina
Lactato ferroso Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: A administração simultânea de tetraciclinas, cloranfenicol, antiácidos ou penicilamina pode diminuir a absorção de ferro. Sua administração conjunta deve ser espaçada. - Penicilamina
Proteínasuccinilato férrico Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Reduz a absorção de: tetraciclinas, quinolonas, micofenolato de mofetil, bisfosfonatos, penicilamina, hormonas da tireóide, levodopa, carbidopa, alfa-metildopa. - Penicilamina
Ibuprofeno + Alumínio glicinato + Metamizol Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Devido ao alumínio: Reduz a absorção de: ac. tiludrónico, alopurinol, AINEs, atorvastatina, betabloqueadores, captopril, carbenoxolona, digoxina, digitoxina, clorpromazina, epoetina, cetoconazol, levotiroxina, prednisona, etambutol, gabapentina, isoniazida, metronidazol, penicilamina, ciprofloxacina, norfloxacina, ranitidina, sais de Fe, tetraciclinas, cloroquina, ciclinas, diflunisal, bifosfonatos, fluoreto de Na, glicocorticoides, kayexalato, lincosamidas, fenotiazinas e neuroléticos. Administração separada 2-3 h (fluorquinolonas 4 h). - Penicilamina
Gluconato ferroso Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de penicilamina com medicamentos contendo ferro reduz a absorção e pode diminuir o efeito da penicilamina; consequentemente, deve ser salvaguardado um período de 2 horas entre a administração de penicilamina e ferro. - Penicilamina
Multivitaminas + Ácido fólico Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: As interacções incluem: Antagonistas da piridoxina, incluindo cicloserina, hidralazina, isoniazida, penicilamina, fenelzina: Pode provocar deficiência em piridoxina. - Penicilamina
Ácido Ascórbico + Zinco Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Inúmeros fármacos com propriedades quelantes podem diminuir os níveis plasmáticos de zinco, tais como: etambutol, cloroquinas, dissulfiram e penicilamina. - Penicilamina
Polietileno glicol + Sulfato de sódio + Cloreto de potássio + Sulfato de magnésio + Cloreto de sódio Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Este medicamento pode reduzir a absorção de outros medicamentos administrados concomitantemente. Administrar antibióticos tetraciclina e fluoroquinolona, ferro, digoxina, clorpromazina e penicilamina pelo menos 2 horas antes e não menos que 6 horas após a administração de cada dose deste medicamento para evitar a quelação com magnésio. - Penicilamina
Vitaminas do complexo B + Diclofenac Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Antagonistas da piridoxina como isoniazida, cicloserina, penicilamina e hidralazina podem diminuir a eficácia de piridoxina. - Penicilamina
Dexametasona + Tiamina + Piridoxina + Cianocobalamina Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Com as vitaminas do complexo B: Antagonistas da piridoxina (isoniazida, cicloserina, penicilamina, hidralazina) podem diminuir a eficácia da vitamina B6. A administração da piridoxina reduz os efeitos secundários neuronais decorrentes do uso destes fármacos. A utilização prolongada de penicilamina pode causar deficiência de vitamina B6. - Penicilamina
Bicarbonato de Sódio + Carbonato de Sódio + Ácido Cítrico Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Penicilamina: Diminuição da absorção e recuperação urinária por quelação. - Penicilamina
Cetoprofeno + Cianocobalamina + Piridoxina + Tiamina Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Cicloserina, isoniazida e penicilamina inibem a acção da vitamina B6. - Penicilamina
Retinol + Piridoxina + Colecalciferol Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: A interacção entre Retinol + Piridoxina + Colecalciferol e os medicamentos a seguir são desaconselhadas: amiodarona; anticoagulantes cumarínicos ou indandiónicos; cetoconazol; corticosteróides; derivados do retinol; fenitoína; fenobarbital; levodopa; cloranfenicol; etionamida; hidralazina; imunossupressores; isoniazida; penicilamina; digitálicos; antiácidos contendo alumínio e magnésio; anticonvulsivantes hidantoínicos e barbitúricos; preparações contendo altas doses de cálcio; diuréticos tiazídicos; colestiramina; neomicina; orlistato; óleo mineral; minociclina e teofilina. - Penicilamina
Ginseng + Multivitaminas + Sais minerais + Aminoácidos Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Ginseng + Multivitaminas + Sais minerais + Aminoácidos reduz a eficácia da penicilamina oral. - Penicilamina
Informe o médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Existe um risco para o feto quando a grávida é submetida a doses elevadas de penicilamina. Excepcionalmente, observaram-se modificações no tecido conjuntivo. Com excepção dos casos da Doença de Wilson e nalguns casos difíceis de cistinúria, a administração de penicilamina deve ser suspensa durante a gravidez.
Existe um risco para o feto quando a grávida é submetida a doses elevadas de penicilamina. Excepcionalmente, observaram-se modificações no tecido conjuntivo. Com excepção dos casos da Doença de Wilson e nalguns casos difíceis de cistinúria, a administração de penicilamina deve ser suspensa durante a gravidez.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 23 de Setembro de 2024