Maribavir



O que é
Maribavir é um medicamento antiviral usado para tratar o citomegalovírus pós-transplante (CMV).
Maribavir é um inibidor da quinase do citomegalovírus pUL97 que actua impedindo a actividade da enzima pUL97 do citomegalovírus humano, bloqueando assim a replicação do vírus.
Maribavir é um inibidor da quinase do citomegalovírus pUL97 que actua impedindo a actividade da enzima pUL97 do citomegalovírus humano, bloqueando assim a replicação do vírus.
Usos comuns
Maribavir é indicado para tratar pessoas com doze anos de idade ou mais e pesando pelo menos 35 kg (77 lb) com infecção/doença por citomegalovírus pós-transplante que não responde (com ou sem mutações genéticas que causam resistência) ao tratamento antiviral disponível para citomegalovírus.
Tipo
Molécula pequena.
História
Maribavir foi aprovado para uso médico nos Estados Unidos em novembro de 2021.
Indicações
Maribavir é indicado para o tratamento de pacientes adultos e pediátricos (com peso >35kg e idade mínima de 12 anos) com infecção pós-transplante por citomegalovírus (CMV) refratária ao tratamento padrão com ganciclovir, valganciclovir, cidofovir ou foscarnet.
Classificação CFT
N.D.
Mecanismo De Acção
O citomegalovírus humano (CMV) é um herpesvírus que comummente causa infecção em pacientes após transplantes de células-tronco ou órgãos. Assim como outros herpesvírus, o CMV tende a persistir no hospedeiro e ser reactivado sob condições imunossupressoras - pacientes que necessitam de vários medicamentos imunossupressores para combater a rejeição do transplante são portanto, com um risco muito maior de desenvolver infecções graves por CMV.
Maribavir pertence a uma classe de antivirais anti-citomegalovírus chamados ribosídeos de benzimidazol. Ele inibe competitivamente a proteína quinase viral CMV pUL97 humana, que resulta em vírus viáveis, mas severamente defeituosos na replicação, embora as razões para isso permaneçam mal definidas. Além disso, o maribavir também inibe a libertação viral do núcleo para o citoplasma ao inibir a fosforilação dependente de pUL97 do componente da lâmina nuclear lamina A/C, embora a extensão em que essa actividade contribui para sua eficácia antiviral não seja clara.
Maribavir pertence a uma classe de antivirais anti-citomegalovírus chamados ribosídeos de benzimidazol. Ele inibe competitivamente a proteína quinase viral CMV pUL97 humana, que resulta em vírus viáveis, mas severamente defeituosos na replicação, embora as razões para isso permaneçam mal definidas. Além disso, o maribavir também inibe a libertação viral do núcleo para o citoplasma ao inibir a fosforilação dependente de pUL97 do componente da lâmina nuclear lamina A/C, embora a extensão em que essa actividade contribui para sua eficácia antiviral não seja clara.
Posologia Orientativa
Para a forma de dosagem oral (comprimidos):
Para o tratamento de infecção ou doença por citomegalovírus (CMV):
Adultos e crianças com idade igual ou superior a 12 anos com peso igual ou superior a 35 quilogramas (kg)—400 miligramas (mg) (2 comprimidos) 2 vezes por dia.
Crianças com menos de 12 anos de idade ou com peso inferior a 35 kg—O uso e a dose devem ser determinados pelo o médico.
Para o tratamento de infecção ou doença por citomegalovírus (CMV):
Adultos e crianças com idade igual ou superior a 12 anos com peso igual ou superior a 35 quilogramas (kg)—400 miligramas (mg) (2 comprimidos) 2 vezes por dia.
Crianças com menos de 12 anos de idade ou com peso inferior a 35 kg—O uso e a dose devem ser determinados pelo o médico.
Administração
Via oral.
Tome com ou sem alimentos.
Tome com ou sem alimentos.
Contra-Indicações
Hipersensibilidade ao Maribavir.
Maribavir pode reduzir a actividade antiviral do ganciclovir e do valganciclovir, portanto, a co-administração com esses medicamentos não é recomendada.
Maribavir pode reduzir a actividade antiviral do ganciclovir e do valganciclovir, portanto, a co-administração com esses medicamentos não é recomendada.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Verifique com o médico se algum dos seguintes efeitos secundários persistir ou for incómodo ou se tiver alguma dúvida sobre eles:
Mais comum:
- Mudança de gosto
- diarreia
- perda de sabor
- náusea
- cansaço ou fraqueza incomum
- vómito
Mais comum:
- Mudança de gosto
- diarreia
- perda de sabor
- náusea
- cansaço ou fraqueza incomum
- vómito
Advertências

Gravidez:Maribavir não é recomendado durante a gravidez e em mulheres com potencial para engravidar que não utilizam métodos contraceptivos.

Aleitamento:A amamentação deve ser descontinuada durante o tratamento.

Condução:Maribavir não tem influência sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Precauções Gerais
Informe o médico se já teve alguma reacção alérgica ou incomum ao maribavir ou a qualquer outro medicamento. Informe também o médico se tiver quaisquer outros tipos de alergias, como a alimentos, corantes, conservantes ou animais.
Estudos apropriados realizados até o momento não demonstraram problemas geriátricos específicos que limitariam a utilidade do maribavir em idosos.
Pese os benefícios potenciais contra os riscos potenciais antes de tomar este medicamento durante a amamentação.
Não tome outros medicamentos a menos que tenham sido discutidos com o médico. Isso inclui medicamentos prescritos ou não prescritos (de venda livre [OTC]) e fitoterápicos (erva de São João) ou suplementos vitamínicos.
Não use maribavir junto com ganciclovir ou valganciclovir.
Estudos apropriados realizados até o momento não demonstraram problemas geriátricos específicos que limitariam a utilidade do maribavir em idosos.
Pese os benefícios potenciais contra os riscos potenciais antes de tomar este medicamento durante a amamentação.
Não tome outros medicamentos a menos que tenham sido discutidos com o médico. Isso inclui medicamentos prescritos ou não prescritos (de venda livre [OTC]) e fitoterápicos (erva de São João) ou suplementos vitamínicos.
Não use maribavir junto com ganciclovir ou valganciclovir.
Cuidados com a Dieta
Evite a erva de São João. A co-administração com erva de São João diminui os níveis séricos de maribavir e pode diminuir sua eficácia terapêutica.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de intoxicações.
Os dados são limitados em relação à sobredosagem com maribavir. Como não existe um antídoto específico para a sobredosagem de maribavir, os doentes com suspeita de sobredosagem devem ser cuidadosamente monitorizados quanto a reacções adversas e tratados sintomaticamente conforme indicação clínica.
Os dados são limitados em relação à sobredosagem com maribavir. Como não existe um antídoto específico para a sobredosagem de maribavir, os doentes com suspeita de sobredosagem devem ser cuidadosamente monitorizados quanto a reacções adversas e tratados sintomaticamente conforme indicação clínica.
Terapêutica Interrompida
Se esquecer de uma dose de maribavir, tome-a assim que possível. No entanto, se estiver quase na hora da próxima dose, não tome a dose esquecida e volte ao seu esquema posológico regular. Não duplique as doses.
Cuidados no Armazenamento
Armazene o medicamento em um recipiente fechado à temperatura ambiente, longe do calor, humidade e luz direta. Evite congelar.
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Maribavir Rifampicina (rifampina)
Observações: n.d.Interacções: Maribavir é primariamente metabolizado pelo CYP3A, e é esperado que os medicamentos que induzem ou inibem o CYP3A afectem a eliminação de maribavir. A administração concomitante de indutores de CYP3A fortes ou moderados (como rifampicina, rifabutina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, efavirenz e hipericão) poderá provocar diminuições significativas nas concentrações de maribavir no plasma, o que pode resultar numa diminuição da eficácia. Assim, devem ser considerados medicamentos alternativos sem potencial de indução do CYP3A. A co-administração de maribavir com os indutores fortes do citocromo P450 3A (CYP3A) rifampicina, rifabutina ou hipericão não é recomendada. Caso não seja possível evitar a co-administração de maribavir com outros indutores de CYP3A fortes ou moderados (por ex., carbamazepina, efavirenz, fenobarbital e fenitoína), a dose de maribavir deve ser aumentada para 1200 mg duas vezes por dia. - Rifampicina (rifampina)

Maribavir Rifabutina
Observações: n.d.Interacções: Maribavir é primariamente metabolizado pelo CYP3A, e é esperado que os medicamentos que induzem ou inibem o CYP3A afectem a eliminação de maribavir. A administração concomitante de indutores de CYP3A fortes ou moderados (como rifampicina, rifabutina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, efavirenz e hipericão) poderá provocar diminuições significativas nas concentrações de maribavir no plasma, o que pode resultar numa diminuição da eficácia. Assim, devem ser considerados medicamentos alternativos sem potencial de indução do CYP3A. A co-administração de maribavir com os indutores fortes do citocromo P450 3A (CYP3A) rifampicina, rifabutina ou hipericão não é recomendada. Caso não seja possível evitar a co-administração de maribavir com outros indutores de CYP3A fortes ou moderados (por ex., carbamazepina, efavirenz, fenobarbital e fenitoína), a dose de maribavir deve ser aumentada para 1200 mg duas vezes por dia. - Rifabutina

Maribavir Carbamazepina
Observações: n.d.Interacções: Maribavir é primariamente metabolizado pelo CYP3A, e é esperado que os medicamentos que induzem ou inibem o CYP3A afectem a eliminação de maribavir. A administração concomitante de indutores de CYP3A fortes ou moderados (como rifampicina, rifabutina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, efavirenz e hipericão) poderá provocar diminuições significativas nas concentrações de maribavir no plasma, o que pode resultar numa diminuição da eficácia. Assim, devem ser considerados medicamentos alternativos sem potencial de indução do CYP3A. A co-administração de maribavir com os indutores fortes do citocromo P450 3A (CYP3A) rifampicina, rifabutina ou hipericão não é recomendada. Caso não seja possível evitar a co-administração de maribavir com outros indutores de CYP3A fortes ou moderados (por ex., carbamazepina, efavirenz, fenobarbital e fenitoína), a dose de maribavir deve ser aumentada para 1200 mg duas vezes por dia. - Carbamazepina

Maribavir Fenitoína
Observações: n.d.Interacções: Maribavir é primariamente metabolizado pelo CYP3A, e é esperado que os medicamentos que induzem ou inibem o CYP3A afectem a eliminação de maribavir. A administração concomitante de indutores de CYP3A fortes ou moderados (como rifampicina, rifabutina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, efavirenz e hipericão) poderá provocar diminuições significativas nas concentrações de maribavir no plasma, o que pode resultar numa diminuição da eficácia. Assim, devem ser considerados medicamentos alternativos sem potencial de indução do CYP3A. A co-administração de maribavir com os indutores fortes do citocromo P450 3A (CYP3A) rifampicina, rifabutina ou hipericão não é recomendada. Caso não seja possível evitar a co-administração de maribavir com outros indutores de CYP3A fortes ou moderados (por ex., carbamazepina, efavirenz, fenobarbital e fenitoína), a dose de maribavir deve ser aumentada para 1200 mg duas vezes por dia. - Fenitoína

Maribavir Fenobarbital
Observações: n.d.Interacções: Maribavir é primariamente metabolizado pelo CYP3A, e é esperado que os medicamentos que induzem ou inibem o CYP3A afectem a eliminação de maribavir. A administração concomitante de indutores de CYP3A fortes ou moderados (como rifampicina, rifabutina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, efavirenz e hipericão) poderá provocar diminuições significativas nas concentrações de maribavir no plasma, o que pode resultar numa diminuição da eficácia. Assim, devem ser considerados medicamentos alternativos sem potencial de indução do CYP3A. A co-administração de maribavir com os indutores fortes do citocromo P450 3A (CYP3A) rifampicina, rifabutina ou hipericão não é recomendada. Caso não seja possível evitar a co-administração de maribavir com outros indutores de CYP3A fortes ou moderados (por ex., carbamazepina, efavirenz, fenobarbital e fenitoína), a dose de maribavir deve ser aumentada para 1200 mg duas vezes por dia. - Fenobarbital

Maribavir Efavirenz
Observações: n.d.Interacções: Maribavir é primariamente metabolizado pelo CYP3A, e é esperado que os medicamentos que induzem ou inibem o CYP3A afectem a eliminação de maribavir. A administração concomitante de indutores de CYP3A fortes ou moderados (como rifampicina, rifabutina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, efavirenz e hipericão) poderá provocar diminuições significativas nas concentrações de maribavir no plasma, o que pode resultar numa diminuição da eficácia. Assim, devem ser considerados medicamentos alternativos sem potencial de indução do CYP3A. A co-administração de maribavir com os indutores fortes do citocromo P450 3A (CYP3A) rifampicina, rifabutina ou hipericão não é recomendada. Caso não seja possível evitar a co-administração de maribavir com outros indutores de CYP3A fortes ou moderados (por ex., carbamazepina, efavirenz, fenobarbital e fenitoína), a dose de maribavir deve ser aumentada para 1200 mg duas vezes por dia. - Efavirenz

Maribavir Hipericão (Erva de S. João; Hypericum perforatum)
Observações: n.d.Interacções: Maribavir é primariamente metabolizado pelo CYP3A, e é esperado que os medicamentos que induzem ou inibem o CYP3A afectem a eliminação de maribavir. A administração concomitante de indutores de CYP3A fortes ou moderados (como rifampicina, rifabutina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, efavirenz e hipericão) poderá provocar diminuições significativas nas concentrações de maribavir no plasma, o que pode resultar numa diminuição da eficácia. Assim, devem ser considerados medicamentos alternativos sem potencial de indução do CYP3A. A co-administração de maribavir com os indutores fortes do citocromo P450 3A (CYP3A) rifampicina, rifabutina ou hipericão não é recomendada. Caso não seja possível evitar a co-administração de maribavir com outros indutores de CYP3A fortes ou moderados (por ex., carbamazepina, efavirenz, fenobarbital e fenitoína), a dose de maribavir deve ser aumentada para 1200 mg duas vezes por dia. - Hipericão (Erva de S. João; Hypericum perforatum)

Maribavir Valganciclovir
Observações: n.d.Interacções: Maribavir é contra-indicado com valganciclovir/ganciclovir. Maribavir pode antagonizar o efeito antivírico de ganciclovir e valganciclovir ao inibir a serina/treonina cinase UL97 do CMV humano, a qual é necessária para a activação/fosforilação de ganciclovir e valganciclovir. - Valganciclovir

Maribavir Ganciclovir
Observações: n.d.Interacções: Maribavir é contra-indicado com valganciclovir/ganciclovir. Maribavir pode antagonizar o efeito antivírico de ganciclovir e valganciclovir ao inibir a serina/treonina cinase UL97 do CMV humano, a qual é necessária para a activação/fosforilação de ganciclovir e valganciclovir. - Ganciclovir

Maribavir Substratos BSEP (Bomba Exportadora de Sais Biliares)
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos BSEP (Bomba Exportadora de Sais Biliares)

Maribavir Substratos do MATE
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. In vitro, maribavir inibe o MATE1. Não existem dados clínicos disponíveis que permitam avaliar se a co-administração de maribavir com substratos sensíveis ao MATE1 (por ex., metformina) pode provocar interacções clinicamente relevantes. - Substratos do MATE

Maribavir Transportadores
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Transportadores

Maribavir Substratos do OATP1B1
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do OATP1B1

Maribavir Substratos do OATP1B3
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do OATP1B3

Maribavir Substratos do CYP1A2
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. Maribavir actuou como indutor da enzima CYP1A2 in vitro. Não existem dados clínicos disponíveis para excluir um risco de interacção através da indução do CYP1A2 in vivo. Por conseguinte, deve ser evitada a co-administração de maribavir e medicamentos que são substratos sensíveis do CYP1A2 com uma margem terapêutica estreita (por exemplo, tizanidina e teofilina) devido ao risco de falta de eficácia dos substratos da CYP1A2. - Substratos do CYP1A2

Maribavir Substratos do CYP2A6
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do CYP2A6

Maribavir Substratos do CYP2B6
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do CYP2B6

Maribavir Substratos do CYP2C8
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do CYP2C8

Maribavir Substratos do CYP2C9
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do CYP2C9

Maribavir Substratos do CYP2C19
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do CYP2C19

Maribavir Substratos do CYP2E1
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do CYP2E1

Maribavir Substratos do CYP2D6
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do CYP2D6

Maribavir Substratos do CYP3A4
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do CYP3A4

Maribavir Substratos do UGT1A1
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do UGT1A1

Maribavir Substratos do UGT1A9
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do UGT1A9

Maribavir Substratos do UGT2B7
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do UGT2B7

Maribavir Substratos do UGT1A6
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do UGT1A6

Maribavir Substratos do UGT1A4
Observações: n.d.Interacções: Em concentrações terapêuticas, não são esperadas interacções clinicamente relevantes quando maribavir é co-administrado com substratos dos CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2E1, 2D6 e 3A4; UGT1A1, 1A4, 1A6, 1A9, 2B7; bomba excretora de sal biliar (BSEP); proteína de extrusão de toxinas e multifármacos (MATE)/2K; transportadores aniónicos orgânicos (OAT)1; transportadores catiónicos orgânicos (OCT)1 e OCT2; polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1 e OATP1B3 com base em resultados de interacções clínicas e in vitro. - Substratos do UGT1A4

Maribavir Tizanidina
Observações: n.d.Interacções: Maribavir actuou como indutor da enzima CYP1A2 in vitro. Não existem dados clínicos disponíveis para excluir um risco de interacção através da indução do CYP1A2 in vivo. Por conseguinte, deve ser evitada a co-administração de maribavir e medicamentos que são substratos sensíveis do CYP1A2 com uma margem terapêutica estreita (por exemplo, tizanidina e teofilina) devido ao risco de falta de eficácia dos substratos da CYP1A2. - Tizanidina

Maribavir Teofilina
Observações: n.d.Interacções: Maribavir actuou como indutor da enzima CYP1A2 in vitro. Não existem dados clínicos disponíveis para excluir um risco de interacção através da indução do CYP1A2 in vivo. Por conseguinte, deve ser evitada a co-administração de maribavir e medicamentos que são substratos sensíveis do CYP1A2 com uma margem terapêutica estreita (por exemplo, tizanidina e teofilina) devido ao risco de falta de eficácia dos substratos da CYP1A2. - Teofilina

Maribavir Tacrolímus
Observações: n.d.Interacções: A co-administração de maribavir aumentou as concentrações plasmáticas de tacrolimus no plasma. Se os imunossupressores tacrolimo, ciclosporina, everolimus ou sirolimus forem co-administrados com maribavir, os seus níveis devem ser monitorizados frequentemente durante o tratamento com maribavir, especialmente após o início do tratamento e depois da descontinuação de maribavir, e a dose ajustada, se necessário. - Tacrolímus

Maribavir Ciclosporina
Observações: n.d.Interacções: A co-administração de maribavir aumentou as concentrações plasmáticas de tacrolimus no plasma. Se os imunossupressores tacrolimo, ciclosporina, everolimus ou sirolimus forem co-administrados com maribavir, os seus níveis devem ser monitorizados frequentemente durante o tratamento com maribavir, especialmente após o início do tratamento e depois da descontinuação de maribavir, e a dose ajustada, se necessário. - Ciclosporina

Maribavir Everolímus
Observações: n.d.Interacções: A co-administração de maribavir aumentou as concentrações plasmáticas de tacrolimus no plasma. Se os imunossupressores tacrolimo, ciclosporina, everolimus ou sirolimus forem co-administrados com maribavir, os seus níveis devem ser monitorizados frequentemente durante o tratamento com maribavir, especialmente após o início do tratamento e depois da descontinuação de maribavir, e a dose ajustada, se necessário. - Everolímus

Maribavir Sirolímus
Observações: n.d.Interacções: A co-administração de maribavir aumentou as concentrações plasmáticas de tacrolimus no plasma. Se os imunossupressores tacrolimo, ciclosporina, everolimus ou sirolimus forem co-administrados com maribavir, os seus níveis devem ser monitorizados frequentemente durante o tratamento com maribavir, especialmente após o início do tratamento e depois da descontinuação de maribavir, e a dose ajustada, se necessário. - Sirolímus

Maribavir Digoxina
Observações: n.d.Interacções: Maribavir inibiu o transportador P-gp in vitro em concentrações clinicamente relevantes. Num estudo clínico, a co-administração de maribavir aumentou as concentrações de digoxina no plasma. Por conseguinte, devem ser tomadas precauções durante a co-administração de maribavir e substratos sensíveis da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano). As concentrações séricas de digoxina devem ser monitorizadas e a dose de digoxina pode ter de ser reduzida, conforme necessário. - Digoxina

Maribavir Dabigatrano etexilato
Observações: n.d.Interacções: Maribavir inibiu o transportador P-gp in vitro em concentrações clinicamente relevantes. Num estudo clínico, a co-administração de maribavir aumentou as concentrações de digoxina no plasma. Por conseguinte, devem ser tomadas precauções durante a co-administração de maribavir e substratos sensíveis da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano). As concentrações séricas de digoxina devem ser monitorizadas e a dose de digoxina pode ter de ser reduzida, conforme necessário. - Dabigatrano etexilato

Maribavir Substratos da glicoproteína-P (Gp-P)
Observações: n.d.Interacções: Maribavir inibiu o transportador P-gp in vitro em concentrações clinicamente relevantes. Num estudo clínico, a co-administração de maribavir aumentou as concentrações de digoxina no plasma. Por conseguinte, devem ser tomadas precauções durante a co-administração de maribavir e substratos sensíveis da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano). As concentrações séricas de digoxina devem ser monitorizadas e a dose de digoxina pode ter de ser reduzida, conforme necessário. - Substratos da glicoproteína-P (Gp-P)

Maribavir Substratos do BCRP (proteína de resistência do cancro da mama)
Observações: n.d.Interacções: Maribavir inibiu o transportador BCRP in vitro em concentrações clinicamente relevantes. Por isso, espera-se que a co-administração de maribavir com substratos sensíveis a BCRP, como a rosuvastatina, aumente a sua exposição e conduza a efeitos indesejáveis. - Substratos do BCRP (proteína de resistência do cancro da mama)

Maribavir Rosuvastatina
Observações: n.d.Interacções: Maribavir inibiu o transportador BCRP in vitro em concentrações clinicamente relevantes. Por isso, espera-se que a co-administração de maribavir com substratos sensíveis a BCRP, como a rosuvastatina, aumente a sua exposição e conduza a efeitos indesejáveis. - Rosuvastatina

Maribavir Transportador aniónico orgânico-3 (OAT3)
Observações: n.d.Interacções: In vitro, maribavir inibe o OAT3, pelo que a concentração plasmática de medicamentos transportados pelo OAT3 pode aumentar (ex.: ciprofloxacina, imipenem e cilastina). - Transportador aniónico orgânico-3 (OAT3)

Maribavir Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: In vitro, maribavir inibe o OAT3, pelo que a concentração plasmática de medicamentos transportados pelo OAT3 pode aumentar (ex.: ciprofloxacina, imipenem e cilastina). - Ciprofloxacina

Maribavir Imipenem
Observações: n.d.Interacções: In vitro, maribavir inibe o OAT3, pelo que a concentração plasmática de medicamentos transportados pelo OAT3 pode aumentar (ex.: ciprofloxacina, imipenem e cilastina). - Imipenem

Maribavir Metformina
Observações: n.d.Interacções: In vitro, maribavir inibe o MATE1. Não existem dados clínicos disponíveis que permitam avaliar se a co-administração de maribavir com substratos sensíveis ao MATE1 (por ex., metformina) pode provocar interacções clinicamente relevantes. - Metformina

Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Maribavir não é recomendado durante a gravidez e em mulheres com potencial para engravidar que não utilizam métodos contraceptivos.
Não se espera que maribavir afecte as concentrações plasmáticas de esteróides contraceptivos orais de actuação sistémica.
Desconhece-se se maribavir ou os seus metabólitos são excretados no leite humano. Não pode ser excluído qualquer risco para o lactente. A amamentação deve ser descontinuada durante o tratamento.
Maribavir não tem influência sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Maribavir não é recomendado durante a gravidez e em mulheres com potencial para engravidar que não utilizam métodos contraceptivos.
Não se espera que maribavir afecte as concentrações plasmáticas de esteróides contraceptivos orais de actuação sistémica.
Desconhece-se se maribavir ou os seus metabólitos são excretados no leite humano. Não pode ser excluído qualquer risco para o lactente. A amamentação deve ser descontinuada durante o tratamento.
Maribavir não tem influência sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 25 de Janeiro de 2023