Epirrubicina




O que é
Epirrubicina é um medicamento anticancerígeno.
O tratamento com um medicamento anticancerígeno é por vezes chamado quimioterapia do cancro.
Epirrubicina pertence a um grupo de medicamentos chamados antraciclinas.
Estas actuam nas células que estão em crescimento activo, de modo a diminuir ou a parar o seu crescimento e a aumentar a possibilidade de que as células morram.
O tratamento com um medicamento anticancerígeno é por vezes chamado quimioterapia do cancro.
Epirrubicina pertence a um grupo de medicamentos chamados antraciclinas.
Estas actuam nas células que estão em crescimento activo, de modo a diminuir ou a parar o seu crescimento e a aumentar a possibilidade de que as células morram.
Usos comuns
Epirrubicina é utilizado para tratar diversos tipos de cancro, administrado como único medicamento ou em associação com outros medicamentos.
Epirrubicina é utilizado no tratamento dos carcinomas da mama e do estômago.
Quando é injectado na bexiga através de um tubo, Epirrubicina é utilizado para tratar células anormais ou cancros da parede da bexiga.
Também pode ser utilizado após outros tratamentos para prevenir que estas células cresçam novamente.
Epirrubicina é utilizado no tratamento dos carcinomas da mama e do estômago.
Quando é injectado na bexiga através de um tubo, Epirrubicina é utilizado para tratar células anormais ou cancros da parede da bexiga.
Também pode ser utilizado após outros tratamentos para prevenir que estas células cresçam novamente.
Tipo
Molécula pequena.
História
A primeira experiência de epirrubicina em humanos foi publicado em 1980.
A Upjohn submeteu o seu pedido para aprovação Food and Drug Administration (FDA, nos EUA para o cancro de mama linfonodo positivo em 1984, mas foi recusado por falta de dados.
Em 1999 Pharmacia (que tinha até então se fundiu com a Upjohn) recebeu aprovação do FDA para o uso de epirrubicina como um componente da terapia adjuvante em pacientes com nódulo positivo.
A proteção de patentes para epirrubicina expirou em Agosto de 2007.
A Upjohn submeteu o seu pedido para aprovação Food and Drug Administration (FDA, nos EUA para o cancro de mama linfonodo positivo em 1984, mas foi recusado por falta de dados.
Em 1999 Pharmacia (que tinha até então se fundiu com a Upjohn) recebeu aprovação do FDA para o uso de epirrubicina como um componente da terapia adjuvante em pacientes com nódulo positivo.
A proteção de patentes para epirrubicina expirou em Agosto de 2007.
Indicações
A Epirrubicina é utilizada no tratamento de várias neoplasias incluindo:
- carcinoma da mama
- carcinoma gástrico
Demonstrou-se que, quando administrada por via intravesical, a Epirrubicina é benéfica no tratamento
- do carcinoma papilar de células de transição da bexiga
- carcinoma in situ da bexiga
- profilaxia de recorrências do carcinoma superficial da bexiga após resseção transuretral
- carcinoma da mama
- carcinoma gástrico
Demonstrou-se que, quando administrada por via intravesical, a Epirrubicina é benéfica no tratamento
- do carcinoma papilar de células de transição da bexiga
- carcinoma in situ da bexiga
- profilaxia de recorrências do carcinoma superficial da bexiga após resseção transuretral
Classificação CFT
16.1.6 : Citotóxicos que se intercalam no ADN
Mecanismo De Acção
O mecanismo de acção da Epirrubicina está relacionado com a sua capacidade de se ligar ao ADN.
Estudos em culturas de células demonstraram uma penetração celular rápida, localização no núcleo e inibição da síntese dos ácidos nucleicos e da mitose.
A Epirrubicina provou ser activa sobre um amplo espectro de tumores experimentais, incluindo as leucemias L1210 e P388, os sarcomas SA180 (formas sólida e ascítica), melanoma B16, carcinoma mamário, carcinoma pulmonar de Lewis e carcinoma do cólon 38.
Também demonstrou actividade contra tumores humanos transplantados em ratinhos atímicos nu/nu (melanoma, carcinomas mamário, pulmonar, prostático e ovárico).
Estudos em culturas de células demonstraram uma penetração celular rápida, localização no núcleo e inibição da síntese dos ácidos nucleicos e da mitose.
A Epirrubicina provou ser activa sobre um amplo espectro de tumores experimentais, incluindo as leucemias L1210 e P388, os sarcomas SA180 (formas sólida e ascítica), melanoma B16, carcinoma mamário, carcinoma pulmonar de Lewis e carcinoma do cólon 38.
Também demonstrou actividade contra tumores humanos transplantados em ratinhos atímicos nu/nu (melanoma, carcinomas mamário, pulmonar, prostático e ovárico).
Posologia Orientativa
Epirrubicina ser-lhe-á administrado por um médico ou enfermeiro, numa veia ou directamente na sua bexiga.
O médico decidirá qual é a dose correcta e o número de dias de tratamento, que dependerão do tipo de cancro que tem, do seu estado de saúde, da sua altura e peso, da função do seu fígado e de qualquer outro tratamento que possa estar a receber.
Injecção ou perfusão numa veia
Quando a epirrubicina é utilizada em monoterapia, a dose recomendada para adultos é de 60 mg/m2 a 90 mg/m2 de superfície corporal; o medicamento deve ser injectado por via intravenosa durante 3 a 5 minutos e, dependendo do estado hematomedular do doente, a dose deve ser repetida em intervalos de 21 dias.
Administração na bexiga
Se a injecção é administrada na bexiga, não deve beber líquidos durante as 12 horas que precedem o tratamento para que a sua urina não dilua excessivamente o medicamento.
A solução deve ser retida na bexiga durante 1 a 2 horas após a instilação.
Carcinoma da mama
No tratamento adjuvante de doentes com carcinoma da mama em fase inicial com nódulos linfáticos positivos, recomenda-se a administração intravenosa de doses de epirrubicina de 100 mg/m2 (como dose única no dia 1) até 120 mg/m2 (em duas doses divididas nos dias 1 e 8), a todas as 3-4 semanas, em associação com ciclofosfamida e 5-Fluorouracilo via intravenosa e tamoxifeno por via oral.
O médico decidirá qual é a dose correcta e o número de dias de tratamento, que dependerão do tipo de cancro que tem, do seu estado de saúde, da sua altura e peso, da função do seu fígado e de qualquer outro tratamento que possa estar a receber.
Injecção ou perfusão numa veia
Quando a epirrubicina é utilizada em monoterapia, a dose recomendada para adultos é de 60 mg/m2 a 90 mg/m2 de superfície corporal; o medicamento deve ser injectado por via intravenosa durante 3 a 5 minutos e, dependendo do estado hematomedular do doente, a dose deve ser repetida em intervalos de 21 dias.
Administração na bexiga
Se a injecção é administrada na bexiga, não deve beber líquidos durante as 12 horas que precedem o tratamento para que a sua urina não dilua excessivamente o medicamento.
A solução deve ser retida na bexiga durante 1 a 2 horas após a instilação.
Carcinoma da mama
No tratamento adjuvante de doentes com carcinoma da mama em fase inicial com nódulos linfáticos positivos, recomenda-se a administração intravenosa de doses de epirrubicina de 100 mg/m2 (como dose única no dia 1) até 120 mg/m2 (em duas doses divididas nos dias 1 e 8), a todas as 3-4 semanas, em associação com ciclofosfamida e 5-Fluorouracilo via intravenosa e tamoxifeno por via oral.
Administração
A Epirrubicina é apenas para utilização por via intravenosa ou intravesical.
Contra-Indicações
A Epirrubicina está contra-indicada em:
- Doentes que demonstraram hipersensibilidade à Epirrubicina, a outras antraciclinas ou antracenodionas.
- Aleitamento
Via intravenosa:
Doentes com mielossupressão persistente
- Doentes com uma mielossupressão acentuada induzida por tratamento prévio com outros antineoplásicos ou por radioterapia da região pericárdica do mediastino e/ou que estão sob tratamento médico com medicamentos potencialmente cardiotóxicos;
- Doentes tratados com doses cumulativas máximas de Epirrubicina e/ou outras antraciclinas (p. ex., doxorrubicina ou a daunorrubicina) e antracenodionas.
- Doentes com história actual ou prévia de insuficiência cardíaca e enfarte do miocárdio.
- Doentes com infecções sistémicas agudas.
- Insuficiência hepática grave.
- Arritmias graves.
- Angina de peito instável.
- Miocardiopatia.
A Epirrubicina está contra-indicada para administração intravesical em caso de:
- infecções das vias urinárias;
- Tumores invasivos penetrantes da bexiga.
- Problemas de cateterização.
- Inflamação da bexiga.
- Hematúria.
- Doentes que demonstraram hipersensibilidade à Epirrubicina, a outras antraciclinas ou antracenodionas.
- Aleitamento
Via intravenosa:
Doentes com mielossupressão persistente
- Doentes com uma mielossupressão acentuada induzida por tratamento prévio com outros antineoplásicos ou por radioterapia da região pericárdica do mediastino e/ou que estão sob tratamento médico com medicamentos potencialmente cardiotóxicos;
- Doentes tratados com doses cumulativas máximas de Epirrubicina e/ou outras antraciclinas (p. ex., doxorrubicina ou a daunorrubicina) e antracenodionas.
- Doentes com história actual ou prévia de insuficiência cardíaca e enfarte do miocárdio.
- Doentes com infecções sistémicas agudas.
- Insuficiência hepática grave.
- Arritmias graves.
- Angina de peito instável.
- Miocardiopatia.
A Epirrubicina está contra-indicada para administração intravesical em caso de:
- infecções das vias urinárias;
- Tumores invasivos penetrantes da bexiga.
- Problemas de cateterização.
- Inflamação da bexiga.
- Hematúria.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Mais de 10% dos doentes tratados podem antecipar o desenvolvimento de efeitos indesejáveis. Os efeitos indesejáveis mais frequentes são mielossupressão, efeitos secundários gastrointestinais, anorexia, alopecia, infecção.
Infecções e infestações
Frequentes: infecções
Desconhecido: podem ocorrer pneumonia, sépsis e choque séptico em consequência da mielossupressão.
Neoplasias benignas malignas e não especificadas (incl. quistos e polipos)
Raros: Leucemia linfocítica aguda, leucemia mielóide aguda secundária com ou sem fase pré-leucémica, em doentes tratados com Epirrubicina em associação com antineoplásicos que lesam o ADN. Estas leucemias têm uma latência curta (1-3 anos).
Doenças do sangue e do sistema linfático
Muito frequentes: mielossupressão* (leucopenia, granulocitopenia e neutropenia, anemia e neutropenia febril).
Frequentes: trombocitopenia.
Desconhecido: hemorragia e hipoxia tecidular em consequência da mielossupressão.
* Doses elevadas de Epirrubicina foram administradas com segurança a um elevado número de doentes não tratados, apresentando diferentes tipos de tumores sólidos, e causaram acontecimentos adversos que não são diferentes dos que foram observados com doses convencionais, com excepção de neutropenia grave reversível (< 500 neutrófilos/mm3 durante < 7 dias) que ocorreu na maioria dos doentes.
Apenas alguns doentes necessitaram de hospitalização e terapêutica de suporte para complicações infecciosas graves em doses elevadas.
Doenças do sistema imunitário
Raros: anafilaxia.
Doenças do metabolismo e da nutrição
Frequentes: anorexia, desidratação.
Raros: hiperuricemia (em consequência de lise rápida das células neoplásicas)
Doenças do sistema nervoso
Raros: Tonturas
Afecções oculares
Desconhecido: Conjuntivite, queratite
Cardiopatias
Raros: Cardiotoxicidade (alterações do ECG, taquicardia, arritmia, cardiomiopatia, insuficiência cardíaca congestiva (dispneia, edema, hipertrofia hepática, ascite, edema pulmonar, derrame pleural, ritmo de galope), taquicardia ventricular, bradicardia, bloqueio auriculo-ventricular, bloqueio de ramo).
Vasculopatias
Frequentes: afrontamentos.
Pouco frequentes: flebite, tromboflebite.
Desconhecido: Choque. Ocorreram casos acidentais de acontecimentos tromboembólicos [incluindo embolia pulmonar (em casos isolados com evolução fatal)].
Doenças gastrointestinais
Frequentes: a mucosite pode manifestar-se 5-10 dias após o início do tratamento e inclui, geralmente, estomatite com zonas de erosão dolorosa, ulceração e hemorragia, principalmente ao longo da região lateral da língua e na mucosa sublingual, esofagite, vómitos, diarreia.
Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos
Muito frequentes: Alopecia
Raros: Urticária
Desconhecido: Toxicidade local, exantema cutâneo, prurido, alterações cutâneas, eritema, rubores, hiperpigmentação da pele e unhas, fotossensibilidade, hipersensibilidade na pele irradiada (reacção de reactivacção após radioterapia)
Doenças renais e urinárias
Muito frequentes: coloração vermelha da urina durante 1 a 2 dias após a administração
Doenças dos órgãos genitais e da mama
Raros: Amenorreia, azoospermia.
Perturbações gerais e alterações no local de administração
Frequentes: vermelhidão ao longo da veia perfundida. Podem ocorrer flebosclerose, dor local e necrose tecidular (após injecção paravenosa acidental).
Raros: febre, arrepios, hiperpirexia, mal-estar, astenia, fraqueza.
Exames complementares de diagnóstico
Raros: Aumento dos níveis das transaminases.
Desconhecido: Diminuições assintomáticas da fracção de ejecção ventricular esquerda.
Complicações de intervenções relacionadas com lesões e intoxicações
Frequentes: Observou-se cistite química, em alguns casos hemorrágica, após administração intravesical.
Administração intravesical:
Como é reabsorvida apenas uma pequena quantidade de substância activa após a instilação vesical, reacções adversas medicamentosas sistémicas graves, assim como as reacções alérgicas, são raras. Foram notificadas com frequência reacções locais como sensação de ardor e micção frequente (polaquiúria). Foram notificados casos ocasionais de cistite bacteriana ou química. Estas RAMs, na sua maioria, são reversíveis.
Infecções e infestações
Frequentes: infecções
Desconhecido: podem ocorrer pneumonia, sépsis e choque séptico em consequência da mielossupressão.
Neoplasias benignas malignas e não especificadas (incl. quistos e polipos)
Raros: Leucemia linfocítica aguda, leucemia mielóide aguda secundária com ou sem fase pré-leucémica, em doentes tratados com Epirrubicina em associação com antineoplásicos que lesam o ADN. Estas leucemias têm uma latência curta (1-3 anos).
Doenças do sangue e do sistema linfático
Muito frequentes: mielossupressão* (leucopenia, granulocitopenia e neutropenia, anemia e neutropenia febril).
Frequentes: trombocitopenia.
Desconhecido: hemorragia e hipoxia tecidular em consequência da mielossupressão.
* Doses elevadas de Epirrubicina foram administradas com segurança a um elevado número de doentes não tratados, apresentando diferentes tipos de tumores sólidos, e causaram acontecimentos adversos que não são diferentes dos que foram observados com doses convencionais, com excepção de neutropenia grave reversível (< 500 neutrófilos/mm3 durante < 7 dias) que ocorreu na maioria dos doentes.
Apenas alguns doentes necessitaram de hospitalização e terapêutica de suporte para complicações infecciosas graves em doses elevadas.
Doenças do sistema imunitário
Raros: anafilaxia.
Doenças do metabolismo e da nutrição
Frequentes: anorexia, desidratação.
Raros: hiperuricemia (em consequência de lise rápida das células neoplásicas)
Doenças do sistema nervoso
Raros: Tonturas
Afecções oculares
Desconhecido: Conjuntivite, queratite
Cardiopatias
Raros: Cardiotoxicidade (alterações do ECG, taquicardia, arritmia, cardiomiopatia, insuficiência cardíaca congestiva (dispneia, edema, hipertrofia hepática, ascite, edema pulmonar, derrame pleural, ritmo de galope), taquicardia ventricular, bradicardia, bloqueio auriculo-ventricular, bloqueio de ramo).
Vasculopatias
Frequentes: afrontamentos.
Pouco frequentes: flebite, tromboflebite.
Desconhecido: Choque. Ocorreram casos acidentais de acontecimentos tromboembólicos [incluindo embolia pulmonar (em casos isolados com evolução fatal)].
Doenças gastrointestinais
Frequentes: a mucosite pode manifestar-se 5-10 dias após o início do tratamento e inclui, geralmente, estomatite com zonas de erosão dolorosa, ulceração e hemorragia, principalmente ao longo da região lateral da língua e na mucosa sublingual, esofagite, vómitos, diarreia.
Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos
Muito frequentes: Alopecia
Raros: Urticária
Desconhecido: Toxicidade local, exantema cutâneo, prurido, alterações cutâneas, eritema, rubores, hiperpigmentação da pele e unhas, fotossensibilidade, hipersensibilidade na pele irradiada (reacção de reactivacção após radioterapia)
Doenças renais e urinárias
Muito frequentes: coloração vermelha da urina durante 1 a 2 dias após a administração
Doenças dos órgãos genitais e da mama
Raros: Amenorreia, azoospermia.
Perturbações gerais e alterações no local de administração
Frequentes: vermelhidão ao longo da veia perfundida. Podem ocorrer flebosclerose, dor local e necrose tecidular (após injecção paravenosa acidental).
Raros: febre, arrepios, hiperpirexia, mal-estar, astenia, fraqueza.
Exames complementares de diagnóstico
Raros: Aumento dos níveis das transaminases.
Desconhecido: Diminuições assintomáticas da fracção de ejecção ventricular esquerda.
Complicações de intervenções relacionadas com lesões e intoxicações
Frequentes: Observou-se cistite química, em alguns casos hemorrágica, após administração intravesical.
Administração intravesical:
Como é reabsorvida apenas uma pequena quantidade de substância activa após a instilação vesical, reacções adversas medicamentosas sistémicas graves, assim como as reacções alérgicas, são raras. Foram notificadas com frequência reacções locais como sensação de ardor e micção frequente (polaquiúria). Foram notificados casos ocasionais de cistite bacteriana ou química. Estas RAMs, na sua maioria, são reversíveis.
Advertências

Insuf. Hepática:Redução posológica em função da bilirrubina.

Gravidez:A Epirrubicina deve ser utilizada durante a gravidez apenas se o potencial benefício justificar o potencial risco para o feto.

Aleitamento:As mães devem interromper a amamentação antes do tratamento com este medicamento.

Condução:A Epirrubicina pode causar episódios de náuseas e vómitos, que podem afectar temporariamente a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Precauções Gerais
Gerais
A Epirrubicina só deve ser administrada sob a supervisão de um médico qualificado com experiência no uso de terapêutica citotóxica.
Os meios de diagnóstico e tratamento devem estar imediatamente disponíveis para controlo da terapêutica e no caso de possíveis complicações causadas por mielossupressão, especialmente após o tratamento com Epirrubicina em doses mais elevadas.
Os doentes devem recuperar de toxicidades agudas (tais como, estomatite, neutropenia, trombocitopenia e infecções generalizadas) causadas por tratamentos citotóxicos anteriores, antes de iniciarem o tratamento com Epirrubicina.
Embora o tratamento com doses elevadas de Epirrubicina (p. ex., ≥ 90 mg/m2 em intervalos de 3 a 4 semanas) cause acontecimentos adversos geralmente semelhantes aos observados com doses padrão (< 90 mg/m2 em intervalos de 3 a 4 semanas), a gravidade da neutropenia e de estomatite/mucosite pode estar aumentada.
O tratamento com doses elevadas de Epirrubicina exige uma atenção especial para detecção de complicações clínicas possíveis devidas a mielossupressão profunda.
Função cardíaca - A cardiotoxicidade é um risco do tratamento com antraciclinas que se pode manifestar por acontecimentos precoces (i.e., agudos) ou tardios (i.e., retardados).
Acontecimentos precoces (i.e., agudos).
A cardiotoxicidade precoce da Epirrubicina consiste principalmente em taquicardia sinusal e/ou anomalias do electrocardiograma (ECG) tais como alterações não específicas da onda ST-T.
Taquiarritmias, incluindo contrações ventriculares prematuras, taquicardia ventricular e bradicardia, tendo também sido notificados bloqueio auriculo-ventricular e bloqueio de ramo.
Estes efeitos não predizem normalmente o desenvolvimento subsequente de cardiotoxicidade retardada, têm raramente importância clínica e, geralmente, não necessitam de ser tidos em consideração relativamente à descontinuação do tratamento com a Epirrubicina.
Acontecimentos tardios (i.e., retardados).
Em geral, a cardiotoxicidade retardada desenvolve-se mais tarde no decorrer da terapêutica com Epirrubicina ou no período de 2 a 3 meses após terminar o tratamento, mas também foram notificados acontecimentos mais tardios (vários meses a anos após conclusão do tratamento).
A cardiomiopatia retardada manifesta-se por diminuição da fracção de ejecção ventricular esquerda (FEVE) e/ou por sinais e sintomas de insuficiência cardíaca congestiva (ICC) como dispneia, edema pulmonar, edema de declive, cardiomegalia e hepatomegalia, oligúria, ascite, derrame pleural e ritmo de galope.
A ICC potencialmente fatal é a forma mais grave da cardiomiopatia induzida pelas antraciclinas e representa a toxicidade limitante da dose cumulativa do medicamento.
O risco de desenvolvimento de ICC aumenta rapidamente com doses crescentes cumulativas totais de Epirrubicina superiores a 900 mg/m2; devendo esta dose ser excedida apenas com extrema precaução.
A função cardíaca deve ser avaliada antes de os doentes serem submetidos ao tratamento com Epirrubicina e deve ser monitorizada durante toda a terapêutica para minimizar o risco de alteração grave da função cardíaca.
O risco pode diminuir através da monitorização regular da FEVE durante o curso do tratamento com descontinuação imediata da Epirrubicina ao primeiro sinal de função alterada.
O método quantitativo apropriado para a avaliação repetida da função cardíaca (avaliação da FEVE) inclui a ventriculografia isotópica [Multiple Gated Acquisition (MUGA)] ou a ecocardiografia (ECHO).
Recomenda-se a avaliação cardíaca inicial com um ECG e uma MUGA ou uma ECHO, especialmente em doentes com factores de risco para detecção de aumento da cardiotoxicidade.
Devem realizar-se determinações repetidas da FEVE por MUGA ou ECHO, especialmente com doses de antraciclinas cumulativas mais elevadas.
A técnica utilizada para a avaliação deve ser consistente durante todo o seguimento.
Dado o risco de cardiomiopatia, uma dose cumulativa de 900 mg/m2 Epirrubicina deve ser excedida apenas com extrema precaução.
Os factores de risco de toxicidade cardíaca incluem doença cardiovascular activa ou latente, radioterapia anterior ou concomitante da região mediastínica/pericárdica, terapêutica prévia com outras antraciclinas ou antracenedionas e utilização concomitante com outros medicamentos com capacidade para suprimirem a contractilidade cardíaca ou com medicamentos cardiotóxicos (p.ex., trastuzumab).
A monitorização da função cardíaca deve ser especialmente rigorosa em doentes medicados com doses cumulativas elevadas e em doentes com factores de risco.
Contudo, a cardiotoxicidade com a Epirrubicina pode ocorrer em doses cumulativas mais baixas quer estejam ou não presentes factores de risco cardíaco.
É provável que a toxicidade da Epirrubicina e de outras antraciclinas ou antracenedionas seja aditiva.
Toxicidade hematológica
Como com outros citotóxicos, a Epirrubicina pode produzir mielossupressão.
Os perfis hematológicos devem ser avaliados antes e durante cada ciclo de terapêutica com Epirrubicina, incluindo as fórmulas leucocitárias.
Leucopenia e/ou granulocitopenia (neutropenia) reversíveis, dependentes da dose, são a manifestação predominante da toxicidade hematológica da Epirrubicina e é a toxicidade aguda limitante da dose mais frequente deste medicamento.
A leucopenia e a neutropenia são geralmente mais graves com esquemas de dose elevada atingindo, na maioria dos casos, os valores mínimos entre os dias 10 e 14 após administração do medicamento; estes são geralmente transitórios com as contagens de glóbulos brancos/neutrófilos voltando aos valores normais na maioria dos casos por volta do dia 21.
Também podem ocorrer trombocitopenia e anemia.
As consequências clínicas da mielossupressão grave incluem febre, infecção, sépsis/septicémia, choque séptico, hemorragia, hipoxia tecidular ou morte.
Leucemia secundária - Foi notificada leucemia secundária, com ou sem fase pré-leucémica, em doentes tratados com antraciclinas, incluindo Epirrubicina.
A leucemia secundária é mais frequente quando medicamentos deste tipo são administrados em associação com antineoplásicos que lesam o ADN, em associação com radioterapia, nos casos em que os doentes foram intensamente pré-tratados com citotóxicos ou quando as doses das antraciclinas foram aumentadas.
Estas leucemias podem ter um período de latência de 1 a 3 anos.
Toxicidade gastrointestinal - A Epirrubicina é emetogénica.
Mucosite/estomatite geralmente ocorrem precocemente após administração do medicamento e, caso sejam graves, podem progredir em alguns dias originando ulcerações mucosas.
A maior parte dos doentes recupera deste acontecimento adverso na terceira semana de terapêutica.
Função hepática - A principal via de eliminação da Epirrubicina é o sistema hepatobiliar.
Os níveis séricos da bilirrubina total e da AST devem ser avaliados antes e durante o tratamento com Epirrubicina.
Os doentes com bilirrubina ou AST elevadas podem ter uma depuração mais lenta do medicamento com um aumento da toxicidade geral.
Recomendam-se doses mais baixas nestes doentes.
Não se deve administrar Epirrubicina a doentes com alteração hepática grave.
Função renal - A creatinina sérica deve ser avaliada antes e durante a terapêutica.
São necessários ajustes posológicos em doentes com creatinina sérica > 5 mg/dl.
Efeitos no local de injecção - A flebosclerose pode resultar de uma injecção num vaso de pequeno calibre ou de injecções repetidas na mesma veia.
A adesão aos procedimentos de administração recomendados pode minimizar o risco de flebite/tromboflebite no local de injecção.
Extravasamento - O extravasamento de Epirrubicina durante a injecção intravenosa pode produzir dor local, lesões tecidulares graves (vesicação, celulite grave) e necrose.
Se ocorrerem sinais ou sintomas de extravasamento durante a administração intravenosa de Epirrubicina, a perfusão do medicamento deve ser imediatamente interrompida.
A dor do doente pode ser aliviada arrefecendo a zona e mantendo-a arrefecida durante 24 horas.
O doente deve ser monitorizado com frequência durante o período de tempo subsequente, dado que pode ocorrer necrose várias semanas após a ocorrência de extravasamento, devendo ser consultado um cirurgião plástico relativamente a uma possível excisão.
Outros - Como com outros citotóxicos, casos de tromboflebite e de fenómenos tromboembólicos, incluindo embolia pulmonar (em alguns casos fatais) foram notificados, por coincidência, com a utilização de Epirrubicina.
Síndrome de lise tumoral - A Epirrubicina pode induzir hiperuricemia devido ao extenso catabolismo das purinas que acompanha a lise rápida induzida pelo medicamento das células neoplásicas (síndrome de lise tumoral).
Os níveis sanguíneos de ácido úrico, potássio, fosfato de cálcio e creatinina devem ser avaliados após o tratamento inicial.
Hidratação, alcalinizacção da urina e profilaxia com alopurinol para prevenção da hiperuricemia podem minimizar as complicações potenciais da síndrome de lise tumoral.
Efeitos imunossupressores/maior susceptibilidade às infecções - A administração de vacinas vivas ou vivas atenuadas a doentes imunocomprometidos por agentes quimioterapêuticos incluindo a Epirrubicina pode resultar em infecções graves ou fatais.
Sistema reprodutor: A Epirrubicina pode causar genotoxicidade.
Os homens e mulheres tratados com Epirrubicina devem adoptar medidas contraceptivas apropriadas.
Os doentes que desejem ter filhos após conclusão da terapêutica devem ser aconselhados a obter aconselhamento genético se apropriado e disponível.
Advertências e precauções adicionais para outras vias de administração
Via intravesical - A administração de Epirrubicina pode produzir sintomas de cistite química (tais como, disúria, poliúria, noctúria, estrangúria, hematúria, desconforto vesical, necrose da parede vesical) e constrição da bexiga.
É necessária atenção especial em relação a problemas de algaliacção (p. ex., obstrução uretérica causada por tumores intravesicais maciços).
Via intra-arterial - A administração intra-arterial de Epirrubicina (embolização arterial transcateter para terapêuticas localizadas e regionais do carcinoma hepatocelular primário ou de metástases hepáticas) pode produzir (além da toxicidade sistémica qualitativamente idêntica à que é observada após administração intravenosa de Epirrubicina) acontecimentos localizados ou regionais que incluem úlceras gastroduodenais (provavelmente devido ao refluxo dos medicamentos para a artéria gástrica) e aperto dos canais biliares devido a colangite esclerosante medicamentosa.
Esta via de administração pode produzir necrose generalizada do tecido perfundido.
A Epirrubicina só deve ser administrada sob a supervisão de um médico qualificado com experiência no uso de terapêutica citotóxica.
Os meios de diagnóstico e tratamento devem estar imediatamente disponíveis para controlo da terapêutica e no caso de possíveis complicações causadas por mielossupressão, especialmente após o tratamento com Epirrubicina em doses mais elevadas.
Os doentes devem recuperar de toxicidades agudas (tais como, estomatite, neutropenia, trombocitopenia e infecções generalizadas) causadas por tratamentos citotóxicos anteriores, antes de iniciarem o tratamento com Epirrubicina.
Embora o tratamento com doses elevadas de Epirrubicina (p. ex., ≥ 90 mg/m2 em intervalos de 3 a 4 semanas) cause acontecimentos adversos geralmente semelhantes aos observados com doses padrão (< 90 mg/m2 em intervalos de 3 a 4 semanas), a gravidade da neutropenia e de estomatite/mucosite pode estar aumentada.
O tratamento com doses elevadas de Epirrubicina exige uma atenção especial para detecção de complicações clínicas possíveis devidas a mielossupressão profunda.
Função cardíaca - A cardiotoxicidade é um risco do tratamento com antraciclinas que se pode manifestar por acontecimentos precoces (i.e., agudos) ou tardios (i.e., retardados).
Acontecimentos precoces (i.e., agudos).
A cardiotoxicidade precoce da Epirrubicina consiste principalmente em taquicardia sinusal e/ou anomalias do electrocardiograma (ECG) tais como alterações não específicas da onda ST-T.
Taquiarritmias, incluindo contrações ventriculares prematuras, taquicardia ventricular e bradicardia, tendo também sido notificados bloqueio auriculo-ventricular e bloqueio de ramo.
Estes efeitos não predizem normalmente o desenvolvimento subsequente de cardiotoxicidade retardada, têm raramente importância clínica e, geralmente, não necessitam de ser tidos em consideração relativamente à descontinuação do tratamento com a Epirrubicina.
Acontecimentos tardios (i.e., retardados).
Em geral, a cardiotoxicidade retardada desenvolve-se mais tarde no decorrer da terapêutica com Epirrubicina ou no período de 2 a 3 meses após terminar o tratamento, mas também foram notificados acontecimentos mais tardios (vários meses a anos após conclusão do tratamento).
A cardiomiopatia retardada manifesta-se por diminuição da fracção de ejecção ventricular esquerda (FEVE) e/ou por sinais e sintomas de insuficiência cardíaca congestiva (ICC) como dispneia, edema pulmonar, edema de declive, cardiomegalia e hepatomegalia, oligúria, ascite, derrame pleural e ritmo de galope.
A ICC potencialmente fatal é a forma mais grave da cardiomiopatia induzida pelas antraciclinas e representa a toxicidade limitante da dose cumulativa do medicamento.
O risco de desenvolvimento de ICC aumenta rapidamente com doses crescentes cumulativas totais de Epirrubicina superiores a 900 mg/m2; devendo esta dose ser excedida apenas com extrema precaução.
A função cardíaca deve ser avaliada antes de os doentes serem submetidos ao tratamento com Epirrubicina e deve ser monitorizada durante toda a terapêutica para minimizar o risco de alteração grave da função cardíaca.
O risco pode diminuir através da monitorização regular da FEVE durante o curso do tratamento com descontinuação imediata da Epirrubicina ao primeiro sinal de função alterada.
O método quantitativo apropriado para a avaliação repetida da função cardíaca (avaliação da FEVE) inclui a ventriculografia isotópica [Multiple Gated Acquisition (MUGA)] ou a ecocardiografia (ECHO).
Recomenda-se a avaliação cardíaca inicial com um ECG e uma MUGA ou uma ECHO, especialmente em doentes com factores de risco para detecção de aumento da cardiotoxicidade.
Devem realizar-se determinações repetidas da FEVE por MUGA ou ECHO, especialmente com doses de antraciclinas cumulativas mais elevadas.
A técnica utilizada para a avaliação deve ser consistente durante todo o seguimento.
Dado o risco de cardiomiopatia, uma dose cumulativa de 900 mg/m2 Epirrubicina deve ser excedida apenas com extrema precaução.
Os factores de risco de toxicidade cardíaca incluem doença cardiovascular activa ou latente, radioterapia anterior ou concomitante da região mediastínica/pericárdica, terapêutica prévia com outras antraciclinas ou antracenedionas e utilização concomitante com outros medicamentos com capacidade para suprimirem a contractilidade cardíaca ou com medicamentos cardiotóxicos (p.ex., trastuzumab).
A monitorização da função cardíaca deve ser especialmente rigorosa em doentes medicados com doses cumulativas elevadas e em doentes com factores de risco.
Contudo, a cardiotoxicidade com a Epirrubicina pode ocorrer em doses cumulativas mais baixas quer estejam ou não presentes factores de risco cardíaco.
É provável que a toxicidade da Epirrubicina e de outras antraciclinas ou antracenedionas seja aditiva.
Toxicidade hematológica
Como com outros citotóxicos, a Epirrubicina pode produzir mielossupressão.
Os perfis hematológicos devem ser avaliados antes e durante cada ciclo de terapêutica com Epirrubicina, incluindo as fórmulas leucocitárias.
Leucopenia e/ou granulocitopenia (neutropenia) reversíveis, dependentes da dose, são a manifestação predominante da toxicidade hematológica da Epirrubicina e é a toxicidade aguda limitante da dose mais frequente deste medicamento.
A leucopenia e a neutropenia são geralmente mais graves com esquemas de dose elevada atingindo, na maioria dos casos, os valores mínimos entre os dias 10 e 14 após administração do medicamento; estes são geralmente transitórios com as contagens de glóbulos brancos/neutrófilos voltando aos valores normais na maioria dos casos por volta do dia 21.
Também podem ocorrer trombocitopenia e anemia.
As consequências clínicas da mielossupressão grave incluem febre, infecção, sépsis/septicémia, choque séptico, hemorragia, hipoxia tecidular ou morte.
Leucemia secundária - Foi notificada leucemia secundária, com ou sem fase pré-leucémica, em doentes tratados com antraciclinas, incluindo Epirrubicina.
A leucemia secundária é mais frequente quando medicamentos deste tipo são administrados em associação com antineoplásicos que lesam o ADN, em associação com radioterapia, nos casos em que os doentes foram intensamente pré-tratados com citotóxicos ou quando as doses das antraciclinas foram aumentadas.
Estas leucemias podem ter um período de latência de 1 a 3 anos.
Toxicidade gastrointestinal - A Epirrubicina é emetogénica.
Mucosite/estomatite geralmente ocorrem precocemente após administração do medicamento e, caso sejam graves, podem progredir em alguns dias originando ulcerações mucosas.
A maior parte dos doentes recupera deste acontecimento adverso na terceira semana de terapêutica.
Função hepática - A principal via de eliminação da Epirrubicina é o sistema hepatobiliar.
Os níveis séricos da bilirrubina total e da AST devem ser avaliados antes e durante o tratamento com Epirrubicina.
Os doentes com bilirrubina ou AST elevadas podem ter uma depuração mais lenta do medicamento com um aumento da toxicidade geral.
Recomendam-se doses mais baixas nestes doentes.
Não se deve administrar Epirrubicina a doentes com alteração hepática grave.
Função renal - A creatinina sérica deve ser avaliada antes e durante a terapêutica.
São necessários ajustes posológicos em doentes com creatinina sérica > 5 mg/dl.
Efeitos no local de injecção - A flebosclerose pode resultar de uma injecção num vaso de pequeno calibre ou de injecções repetidas na mesma veia.
A adesão aos procedimentos de administração recomendados pode minimizar o risco de flebite/tromboflebite no local de injecção.
Extravasamento - O extravasamento de Epirrubicina durante a injecção intravenosa pode produzir dor local, lesões tecidulares graves (vesicação, celulite grave) e necrose.
Se ocorrerem sinais ou sintomas de extravasamento durante a administração intravenosa de Epirrubicina, a perfusão do medicamento deve ser imediatamente interrompida.
A dor do doente pode ser aliviada arrefecendo a zona e mantendo-a arrefecida durante 24 horas.
O doente deve ser monitorizado com frequência durante o período de tempo subsequente, dado que pode ocorrer necrose várias semanas após a ocorrência de extravasamento, devendo ser consultado um cirurgião plástico relativamente a uma possível excisão.
Outros - Como com outros citotóxicos, casos de tromboflebite e de fenómenos tromboembólicos, incluindo embolia pulmonar (em alguns casos fatais) foram notificados, por coincidência, com a utilização de Epirrubicina.
Síndrome de lise tumoral - A Epirrubicina pode induzir hiperuricemia devido ao extenso catabolismo das purinas que acompanha a lise rápida induzida pelo medicamento das células neoplásicas (síndrome de lise tumoral).
Os níveis sanguíneos de ácido úrico, potássio, fosfato de cálcio e creatinina devem ser avaliados após o tratamento inicial.
Hidratação, alcalinizacção da urina e profilaxia com alopurinol para prevenção da hiperuricemia podem minimizar as complicações potenciais da síndrome de lise tumoral.
Efeitos imunossupressores/maior susceptibilidade às infecções - A administração de vacinas vivas ou vivas atenuadas a doentes imunocomprometidos por agentes quimioterapêuticos incluindo a Epirrubicina pode resultar em infecções graves ou fatais.
Sistema reprodutor: A Epirrubicina pode causar genotoxicidade.
Os homens e mulheres tratados com Epirrubicina devem adoptar medidas contraceptivas apropriadas.
Os doentes que desejem ter filhos após conclusão da terapêutica devem ser aconselhados a obter aconselhamento genético se apropriado e disponível.
Advertências e precauções adicionais para outras vias de administração
Via intravesical - A administração de Epirrubicina pode produzir sintomas de cistite química (tais como, disúria, poliúria, noctúria, estrangúria, hematúria, desconforto vesical, necrose da parede vesical) e constrição da bexiga.
É necessária atenção especial em relação a problemas de algaliacção (p. ex., obstrução uretérica causada por tumores intravesicais maciços).
Via intra-arterial - A administração intra-arterial de Epirrubicina (embolização arterial transcateter para terapêuticas localizadas e regionais do carcinoma hepatocelular primário ou de metástases hepáticas) pode produzir (além da toxicidade sistémica qualitativamente idêntica à que é observada após administração intravenosa de Epirrubicina) acontecimentos localizados ou regionais que incluem úlceras gastroduodenais (provavelmente devido ao refluxo dos medicamentos para a artéria gástrica) e aperto dos canais biliares devido a colangite esclerosante medicamentosa.
Esta via de administração pode produzir necrose generalizada do tecido perfundido.
Cuidados com a Dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de intoxicações.
A sobredosagem aguda com Epirrubicina resulta em mielossupressão grave (principalmente leucopenia e trombocitopenia), efeitos tóxicos gastrointestinais (principalmente mucosite) e complicações cardíacas agudas.
Observou-se insuficiência cardíaca latente com antraciclinas vários meses a anos após conclusão do tratamento.
Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. Se ocorrerem sinais de insuficiência cardíaca, os doentes devem ser tratados de acordo com as normas convencionais.
Tratamento:
Sintomático: O tratamento deve ter como objectivo o suporte do doente durante este período e deve utilizar medidas como transfusões de sangue e o isolamento protector do doente. Observaram-se casos de insuficiência cardíaca retardada com as antraciclinas até 6 meses após a sobredosagem. Os doentes devem ser mantidos sob observação cuidadosa e, se surgirem sinais de insuficiência cardíaca, tratados de acordo com as normas convencionais. A Epirrubicina não é dialisável.
A sobredosagem aguda com Epirrubicina resulta em mielossupressão grave (principalmente leucopenia e trombocitopenia), efeitos tóxicos gastrointestinais (principalmente mucosite) e complicações cardíacas agudas.
Observou-se insuficiência cardíaca latente com antraciclinas vários meses a anos após conclusão do tratamento.
Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. Se ocorrerem sinais de insuficiência cardíaca, os doentes devem ser tratados de acordo com as normas convencionais.
Tratamento:
Sintomático: O tratamento deve ter como objectivo o suporte do doente durante este período e deve utilizar medidas como transfusões de sangue e o isolamento protector do doente. Observaram-se casos de insuficiência cardíaca retardada com as antraciclinas até 6 meses após a sobredosagem. Os doentes devem ser mantidos sob observação cuidadosa e, se surgirem sinais de insuficiência cardíaca, tratados de acordo com as normas convencionais. A Epirrubicina não é dialisável.
Terapêutica Interrompida
Este medicamento é administrado em meio hospitalar.
Cuidados no Armazenamento
Conservar no frigorífico (2°C – 8°C).
Não congelar.
Manter o frasco para injectáveis dentro da embalagem exterior para proteger da luz.
Este medicamento é armazenado em meio hospitalar.
Não congelar.
Manter o frasco para injectáveis dentro da embalagem exterior para proteger da luz.
Este medicamento é armazenado em meio hospitalar.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Epirrubicina Cardiotóxicos
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: A utilização de Epirrubicina em quimioterapia de associação com outros medicamentos potencialmente cardiotóxicos, assim como a utilização concomitante de outros compostos cardioactivos (p. ex., bloqueadores dos canais do cálcio), requer a monitorização da função cardíaca durante todo o tratamento. As antraciclinas incluindo a Epirrubicina não devem ser administradas em associação com outros medicamentos cardiotóxicos, a menos que a função cardíaca do doente seja frequentemente monitorizada. - Cardiotóxicos

Epirrubicina Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: A utilização de Epirrubicina em quimioterapia de associação com outros medicamentos potencialmente cardiotóxicos, assim como a utilização concomitante de outros compostos cardioactivos (p. ex., bloqueadores dos canais do cálcio), requer a monitorização da função cardíaca durante todo o tratamento. - Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)

Epirrubicina Trastuzumab
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: Os doentes medicados com antraciclinas após pararem o tratamento com outros cardiotóxicos, especialmente aqueles com semi-vidas longas como o trastuzumab, podem também estar em risco acrescido de desenvolverem cardiotoxicidade. A semi-vida do trastuzumab é de cerca de 28,5 dias e pode persistir na circulação até 24 semanas. Portanto, os médicos devem evitar, sempre que possível, uma terapêutica à base de antraciclinas durante um período até 24 semanas após interrupção do trastuzumab. Se as antraciclinas forem utilizadas antes deste período, recomenda-se a monitorização cuidadosa da função cardíaca. - Trastuzumab

Epirrubicina Vacinas vivas
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: Deve evitar-se a vacinação com uma vacina viva em doentes submetidos a tratamento com Epirrubicina. Podem administrar-se vacinas mortas ou inactivadas, no entanto, a resposta a estas vacinas pode estar diminuída. - Vacinas vivas

Epirrubicina Cimetidina
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: A cimetidina na dose de 400 mg duas vezes por dia, administrada antes da Epirrubicina na dose de 100 mg/m2 em intervalos de 3 semanas, produziu um aumento da AUC da Epirrubicina de 50% e um aumento da AUC do epirrubicinol de 41% (último com p<0,05). Como a AUC da 7-desoxi-doxorrubicinol aglicona e o fluxo hepático não diminuíram, os resultados não podem ser explicados por uma diminuição da actividade do citocromo P-450. - Cimetidina

Epirrubicina Citotóxicos (citostáticos)
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: A Epirrubicina utilizada em associação com outros citotóxicos pode causar mielotoxicidade aditiva. É necessário estar ciente da possibilidade de perturbação marcada da hematopoiese com o tratamento prévio ou concomitante com medicamentos que afectam a medula óssea (isto é, citostásticos, sulfonamida, cloranfenicol, difenilhidantoína, derivados do amidopireno e anti-retrovirais). - Citotóxicos (citostáticos)

Epirrubicina Paclitaxel
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: O paclitaxel, quando administrado antes da Epirrubicina, pode causar aumento das concentrações plasmáticas de Epirrubicina inalterada e dos seus metabólitos, embora estes últimos não sejam tóxicos nem activos. A co-administração de paclitaxel ou do docetaxel não afectou a farmacocinética da Epirrubicina quando esta foi administrada antes do taxano. Esta associação pode ser utilizada através da administração alternada dos dois medicamentos. A perfusão da Epirrubicina e do paclitaxel deve ser efectuada com um intervalo de pelo menos 24 horas entre os dois medicamentos. - Paclitaxel

Epirrubicina Docetaxel
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: O paclitaxel, quando administrado antes da Epirrubicina, pode causar aumento das concentrações plasmáticas de Epirrubicina inalterada e dos seus metabólitos, embora estes últimos não sejam tóxicos nem activos. A co-administração de paclitaxel ou do docetaxel não afectou a farmacocinética da Epirrubicina quando esta foi administrada antes do taxano. Esta associação pode ser utilizada através da administração alternada dos dois medicamentos. A perfusão da Epirrubicina e do paclitaxel deve ser efectuada com um intervalo de pelo menos 24 horas entre os dois medicamentos. Verificou-se num estudo que o docetaxel pode aumentar as concentrações plasmáticas dos metabólitos da Epirrubicina quando é administrado imediatamente depois desta. - Docetaxel

Epirrubicina Dexverapamil
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: O dexverapamil pode alterar a farmacocinética da Epirrubicina e aumentar, possivelmente, os seus efeitos depressores da medula óssea. - Dexverapamil

Epirrubicina Quinina
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: O quinino pode acelerar a distribuição inicial de Epirrubicina do sangue para os tecidos e pode afectar a distribuição da Epirrubicina nos eritrócitos. - Quinina

Epirrubicina Interferão alfa-2b
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: A co-administração de interferão α2b pode causar uma diminuição da semi-vida terminal e da depuração total da Epirrubicina. - Interferão alfa-2b

Epirrubicina Sulfonamidas (sulfanilamidas)
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: É necessário estar ciente da possibilidade de perturbação marcada da hematopoiese com o tratamento prévio ou concomitante com medicamentos que afectam a medula óssea (isto é, citostásticos, sulfonamida, cloranfenicol, difenilhidantoína, derivados do amidopireno e anti-retrovirais). - Sulfonamidas (sulfanilamidas)

Epirrubicina Cloranfenicol
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: É necessário estar ciente da possibilidade de perturbação marcada da hematopoiese com o tratamento prévio ou concomitante com medicamentos que afectam a medula óssea (isto é, citostásticos, sulfonamida, cloranfenicol, difenilhidantoína, derivados do amidopireno e anti-retrovirais). - Cloranfenicol

Epirrubicina Fenitoína
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: É necessário estar ciente da possibilidade de perturbação marcada da hematopoiese com o tratamento prévio ou concomitante com medicamentos que afectam a medula óssea (isto é, citostásticos, sulfonamida, cloranfenicol, difenilhidantoína, derivados do amidopireno e anti-retrovirais). - Fenitoína

Epirrubicina Antivíricos
Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.Interacções: É necessário estar ciente da possibilidade de perturbação marcada da hematopoiese com o tratamento prévio ou concomitante com medicamentos que afectam a medula óssea (isto é, citostásticos, sulfonamida, cloranfenicol, difenilhidantoína, derivados do amidopireno e anti-retrovirais). - Antivíricos

Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Os homens submetidos a tratamento com Epirrubicina devem utilizar métodos contraceptivos eficazes e, se apropriado e disponível, obter aconselhamento sobre a preservacção de esperma devido à possibilidade de infertilidade irreversível causada pela terapêutica.
A Epirrubicina pode causar amenorreia ou menopausa prematura em mulheres pré-menopáusicas.
A Epirrubicina deve ser utilizada durante a gravidez apenas se o potencial benefício justificar o potencial risco para o feto.
As mães devem interromper a amamentação antes do tratamento com este medicamento.
A Epirrubicina pode causar episódios de náuseas e vómitos, que podem afectar temporariamente a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Os homens submetidos a tratamento com Epirrubicina devem utilizar métodos contraceptivos eficazes e, se apropriado e disponível, obter aconselhamento sobre a preservacção de esperma devido à possibilidade de infertilidade irreversível causada pela terapêutica.
A Epirrubicina pode causar amenorreia ou menopausa prematura em mulheres pré-menopáusicas.
A Epirrubicina deve ser utilizada durante a gravidez apenas se o potencial benefício justificar o potencial risco para o feto.
As mães devem interromper a amamentação antes do tratamento com este medicamento.
A Epirrubicina pode causar episódios de náuseas e vómitos, que podem afectar temporariamente a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 23 de Setembro de 2024